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	<title>Blog do Linho (Carlos Alberto Rezende Lopes) - Indaiatuba/SP &#187; Mídia</title>
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	<description>Blog do Linho (Carlos Alberto Rezende Lopes), professor e vereador da cidade de Indaiatuba-SP</description>
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		<title>A luta contra os pedágios abusivos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 23:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Movimento faz Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos em São Paulo Enviada em 6 de junho de 2010imprimir &#8211; enviar para um amigo Agência Reguladora diz que pedágio é o principal recurso para investir na infraestrutura das rodovias sob concessão. Nos últimos doze anos, segundo a Agência, os investimentos somam R$ 17,9 bilhões 1º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Movimento faz Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos em São Paulo<br />
Enviada em 6 de junho de 2010imprimir &#8211; enviar para um amigo Agência Reguladora diz que pedágio é o principal recurso para investir na infraestrutura das rodovias sob concessão. Nos últimos doze anos, segundo a Agência, os investimentos somam R$ 17,9 bilhões</p>
<p>1º de julho foi a data escolhida pelo Movimento. Segundo os organizadores, tarifas impõem sérias barreiras aos municípios e atravancam o desenvolvimento econômico, social e cultural</p>
<p>Veja também na Análise do valente: Os modelos de concessão rodoviária no Brasil</p>
<p>Da Redação</p>
<p>As altas tarifas de pedágios no Estado de São Paulo levaram a criação do Movimento Estadual contra os Pedágios Abusivos do Estado de São Paulo, que instituiu 1º de julho como dia da luta contra os altos valores dos pedágios cobrados no estado. Segundo o coordenador do movimento, José Matos, “as ações nasceram para discutir, no âmbito administrativo, jurídico e político, todas as questões que envolvem as concessões de rodovias paulistas”.</p>
<p>Para José Matos, as altas tarifas de pedágios no Estado impõem sérias barreiras aos municípios e atravancam o desenvolvimento econômico, social e cultural. “No trajeto entre uma cidade e outra, parte considerável da riqueza produzida pela Agricultura, Indústria, Comércio e Prestadores de Serviços vão parar nos cofres das concessionárias, sob o manto protetor do Governo do Estado. As rodovias já foram pagas no passado pelos contribuintes e, mesmo assim, cobra-se outorga para sua exploração, encarecendo ainda mais as tarifas.</p>
<p>Até o final de 2009 foram para os cofres do governo cerca de R$ 8,4 bilhões, que não são aplicados na origem de sua arrecadação: pedágio é tarifa (preço público), mas pratica-se como se fosse taxa (imposto), contrariando o ordenamento jurídico brasileiro”, afirma o coordenador.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, cerca de 30 milhões de pessoas passaram da classe D para a C, compondo a massa consumidora. “Isso significa mais alimentos e bens de consumo sendo transportados pelo nosso sistema rodoviário. Somados a isso, nunca se vendeu tantos veículos novos por conta de incentivos do Governo Federal e pelo aumento da renda do trabalhador brasileiro. Por conta desses fatores, é indiscutível o crescimento da frota circulante nas rodovias e, como consequência, o aumento do faturamento das concessionárias de pedágio”, diz José Matos.</p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – Artesp anunciou aumento do repasse do Imposto sobre Serviços &#8211; ISS dos pedágios às prefeituras na ordem de 50% no primeiro trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009. Para o coordenador do movimento, “se houve aumento das receitas das concessionárias de pedágio, o Governo deve garantir o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos por meio da redução de tarifas aos usuários do sistema rodoviário. Porém, os agentes públicos – desde o governador, secretário de Transportes e diretor da agência reguladora -, têm sido intransigentes, para manter o clientelismo em prejuízo do povo paulista”, critica.</p>
<p>O outro lado</p>
<p>Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – Artesp o aumento no valor de repasse do Imposto sobre Serviços &#8211; ISS às prefeituras paulistas não tem relação com o lucro das concessionárias. O valor repassado aumenta todos os anos em razão do reajuste tarifário anual dos pedágios &#8211; que reflete o aumento dos insumos do setor; do crescimento do volume de veículos que trafegam na malha rodoviária concedida e da incorporação de mais cinco lotes rodoviários ao Programa de Concessões paulista, o que aumentou o número de Prefeituras beneficiadas com o repasse do ISS de 70 para 250.</p>
<p>Ainda de acordo com informações da Artesp, “nos cinco lotes rodoviários da 2ª etapa do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo já são praticadas tarifas menores que nos demais 12 lotes licitados na primeira etapa com o mesmo nível de investimentos que fez das rodovias de São Paulo as melhores do país”. No caso da SP 070 (Rodovia Ayrton Senna / Carvalho Pinto) a concessão realizada em 2008 propiciou 40,7% de redução tarifária.</p>
<p>A Artesp explica que o pedágio é o principal recurso para investir na infraestrutura das rodovias sob concessão. Nos últimos doze anos os investimentos em obras já realizadas nas rodovias sob concessão somam R$ 17,9 bilhões (valores atualizados). Além disso, a operação e manutenção dessas rodovias exigiu recursos da ordem de R$ 26,8 bilhões no mesmo período. Nas rodovias da 2ª etapa do Programa de Concessões paulista serão investidos outros 8 bilhões de reais em obras de ampliação e modernização. Isso representa um investimento de R$ 4,6 milhões por quilômetro.</p>
<p>Com relação à questão do desenvolvimento, a Artesp encomendou a FIA/USP um estudo para avaliar os impactos socioeconômicos do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo sobre os municípios paulistas que são atendidos pela malha rodoviária concedida. O levantamento considerou os sete primeiros anos do Programa. Nesse período foram criados 796.946 empregos formais nos municípios cortados pelas rodovias concedidas, 37% a mais que no restante do Estado. A Artesp alega ainda que foram criados 55.188 estabelecimentos formais e gerados R$ 29 bilhões em produtos e serviços comercializados nessas regiões, 4% a mais que nos demais municípios.</p>
<p>Agência T1 (Por Érica Neiva)</p>
<p>http://www.agenciat1.com.br/659-movimento-faz-dia-da-luta-contra-os-pedagios-abusivos-em-sao-paulo/</p>
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		<title>Serra e a má gestão.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/serra-e-a-ma-gestao/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 22:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[27 de maio de 2010 às 16:24 Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe Da Assessoria de imprensa da Bancada do PT na Alesp Em diligência no final da tarde de ontem (26/5), os deputados do PT, Antonio Mentor (líder da Bancada do PT) e Fausto Figueira (presidente da Comissão de Saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>27 de maio de 2010 às 16:24<br />
Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe<br />
Da Assessoria de imprensa da Bancada do PT na Alesp</p>
<p>Em diligência no final da tarde de ontem (26/5), os deputados do PT, Antonio Mentor (líder da Bancada do PT) e Fausto Figueira (presidente da Comissão de Saúde e Higiene), foram ao Instituto Butantã para apurar a denúncia de que a fábrica de vacinas da gripe comum e H1N1 do local não funciona. Recebidos pelo diretor Otávio Mercadante, houve uma conversa preliminar para entrega de ofício solicitando informações, mas, na ocasião, já foi confirmado pelo diretor que a fábrica não está operando.</p>
<p>Reinaugurada várias vezes pelos sucessivos governos tucanos, conforme constam em notícias publicadas por jornais desde outubro de 1999, a fábrica de vacinas do Instituto Butantã ainda não produziu uma dose sequer de vacina da gripe até hoje.</p>
<p>“Em várias ocasiões, saíram matérias assim na imprensa: ‘mês que vem a fábrica começa a produzir a vacina para dengue’, depois repetiam a mesma história em outro mês. É inaceitável o Butantan não fabricar vacina”, critica Mentor. Segundo o parlamentar, o diretor confirmou que o instituto apenas envasa as vacinas, e não as fabrica.</p>
<p>A produção de vacinas estava prevista para iniciar a produção em 2005, foi adiada para setembro de 2008, passou para março de 2009, depois para setembro, dezembro, março de 2010 e, agora, setembro de 2010. Em 2006, diversos funcionários foram contratados para a produção de vacinas, contudo tiveram de ser realocados para outros setores, tendo em vista que as vacinas não estavam sendo produzidas.</p>
<p>Prejuízos</p>
<p>Os parlamentares relataram denúncias de que diariamente centenas de milhares de ovos de galinha que deveriam servir para fabricação de vacinas da gripe vão para o lixo. Segundo Mentor, ao menos 160 mil ovos chegavam a ser entregue por dia. “Isso pode ter causado grandes prejuízos para o instituto”, alerta o líder da bancada.</p>
<p>Os deputados também questionaram sobre as denúncias de que 14 milhões de doses da vacina H1N1 foram jogadas fora por contaminação durante o processo de envase e que dois lotes da vacina da gripe comum foram inutilizados por não passarem no teste de pirogênio (teste do sistema de água WFI).</p>
<p>Fausto Figueira explicou que também estão sendo aguardadas informações sobre os problemas que ocasionaram o incêndio do último dia 15; números da produção de vacinas de dengue, hepatite B e leishmaniose.</p>
<p>O diretor do instituto, Otávio Mercadante, disse que discutirá o caso com o secretário estadual de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, e prometeu dar uma resposta rápida do porquê a fábrica não está operando.</p>
<p>Blog viomundo</p>
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		<title>Em Indaiatuba já existe.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/em-indaiatuba-ja-existe/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 13:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado por Linho. Serra cobra pedágio na zona rural Atualizado em 20 de janeiro de 2010 às 19:01 &#124; Publicado em 20 de janeiro de 2010 às 19:00 Pedágio deixa 1,2 mil pessoas ilhadas na zona rural Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar a taxa para ir ao Centro da cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Postado por Linho.</p>
<h1>Serra cobra pedágio na zona rural</h1>
<p>Atualizado em 20 de janeiro de 2010 às 19:01 | Publicado em 20 de janeiro de 2010 às 19:00</p>
<p><em>Pedágio deixa 1,2 mil pessoas ilhadas na zona rural<br />
</em></p>
<p><em>Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar a taxa para ir ao Centro da cidade</p>
<p>20/01/2010 &#8211; 13h35 . Atualizada em 20/01/2010 &#8211; 16h42</p>
<p><strong>Gilson Rei</strong><br />
Agência Anhangüera de Notícias, no<a href="http://cosmo.uol.com.br/noticia/45527/2010-01-20/pedagio-deixa-12-mil-ilhados-na-zona-rural.html"> <span style="color: #993300;"><strong>Cosmo</strong></span></a>, dica do </em><strong><em>Milton Hayek</em></strong></p>
<p>A instalação do pedágio em Engenheiro Coelho, no Km 159,7 da Rodovia General Milton Tavares de Souza (SP-332), deixou ilhados aproximadamente 1,2 mil moradores da zona rural e de condomínios de três bairros do município — Lagoa Bonita, Parada e Cidade Universitária. A concessionária Rota das Bandeiras bloqueou o acesso a uma estrada municipal que servia como rota de fuga do pedágio e removeu uma rotatória que permitia aos veículos atravessar a rodovia.</p>
<p>As restrições trouxeram transtornos para moradores da região. Eles são obrigados a pagar duas vezes o pedágio (ida e volta) e a percorrer até 15 quilômetros para atravessar a rodovia, trajeto que antes tinha 100 metros, pela rotatória. Outra alternativa dos moradores, a estrada municipal, que liga Engenheiro Coelho ao município de Artur Nogueira, teve o acesso bloqueado com peças de concreto.<br />
 <br />
Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar o pedágio para ir ao Centro da cidade em deslocamentos rotineiros, como para usar serviços, trabalhar, fazer compras e receber atendimento médico.<br />
 <br />
A região isolada pelo pedágio é agrícola, mas abriga também condomínios residenciais, algumas empresas e o Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), onde estudam aproximadamente 5 mil universitários.</p>
<p>O problema é ainda maior para o casal Salino Esperança e Lourdes Aparecida Esperança, proprietários do sítio Lagoa Bonita, cortado ao meio pela rodovia, construída há cinco décadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O pedágio foi instalado no trecho que divide a propriedade e o casal precisa pagar para ir de um lado a outro do sítio.</p>
<p>“Até hoje aguardamos o pagamento da indenização do DER, mas nunca recebemos o dinheiro”, disse Salino Esperança, sobre o trecho desapropriado. “Agora, para completar, entregam a uma concessionária, que instala um pedágio e obriga a gente a pagar até quando vamos cuidar do gado, que fica em nosso sítio, do outro lado da rodovia”, reclamou.</p>
<p>Para atravessar, a família Esperança é obrigada a pagar R$ 3,50 no pedágio, em frente à propriedade, no sentido Campinas-Engenheiro Coelho. Depois, precisa fazer um retorno na rotatória, entrar quase na área urbana de Engenheiro Coelho e voltar para a rodovia. Paga novamente R$ 3,50 no pedágio, no sentido contrário e, finalmente, chega ao outro lado da rodovia. “É um absurdo. A concessionária tem que manter uma rotatória nessa região e isentar a gente de pagar o pedágio”, afirmou Esperança.</p>
<p>Fonte:Blog viomundo.</p>
<hr />
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		</item>
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		<title>Essa é do Chapéu (5).</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/essa-e-do-chapeu-5/</link>
		<comments>http://www.blogdolinho.com.br/essa-e-do-chapeu-5/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 16:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Do Chápeu]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado por Linho. O duelo de legendas Atualizado em 18 de janeiro de 2010 às 22:59 &#124; Publicado em 18 de janeiro de 2010 às 22:55   do About.com Um jovem [negro] atravessa água de enchente na altura do peito depois de saquear uma loja em New Orleans Dois [brancos] residentes enfrentam água na altura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Postado por Linho.</p>
<h1>O duelo de legendas</h1>
<p>Atualizado em 18 de janeiro de 2010 às 22:59 | Publicado em 18 de janeiro de 2010 às 22:55</p>
<p><a href="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/katrina_looting_vs_finding.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-474" title="katrina_looting_vs_finding" src="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/katrina_looting_vs_finding.jpg" alt="katrina_looting_vs_finding" width="449" height="347" /></a></p>
<p> </p>
<p><em>do </em><a href="http://politicalhumor.about.com/library/images/blkatrinalooting.htm"><span style="COLOR: #993300"><strong><em>About.com</em></strong></span></a></p>
<p><em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Um</span> jovem [negro] atravessa água de enchente na altura do peito depois de<strong> saquear</strong> uma loja em New Orleans</em></p>
<p><em>Dois [brancos] residentes enfrentam água na altura do peito depois de<strong> encontrar </strong>pão e refrigerantes em uma loja local depois do Furacão Katrina passar por Nova Orleans&#8230;</em><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Fonte: Blog Viomundo.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Indaiatuba sofre com isso há dez anos.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/indaiatuba-sofre-com-isso-ha-dez-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 19:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[31/12/2009 – 11:55h ROTAS PARA O LITORAL TEM 23 PEDÁGIOS A MAIS. PRESENTE DE SERRA. Com ampliação do programa de concessão de rodovias em SP, turista pagará mais neste verão em 10 de 12 dos principais trajetos A maior variação verificada foi no trajeto entre as cidades de Campinas e Caraguatatuba, que custará 70% a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><small>31/12/2009 – 11:55h</small></h2>
<p><strong>ROTAS PARA O LITORAL TEM 23 PEDÁGIOS A MAIS. PRESENTE DE SERRA.</strong></p>
<h2><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/img/3.1.imagem_fimdeano.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/img/3.1.imagem_fimdeano.jpg" width="542" height="375" /></h2>
<p><strong>Com ampliação do programa de concessão de rodovias em SP, turista pagará mais neste verão em 10 de 12 dos principais trajetos</strong></p>
<p><strong>A maior variação verificada foi no trajeto entre as cidades de Campinas e Caraguatatuba, que custará 70% a mais neste verão</strong><br />
<strong><br />
<span style="color: #ff0000;">MAURÍCIO SIMIONATO<br />
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS<br />
FÁBIO AMATO<br />
DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS</span></strong></p>
<p>Os paulistas que pretendem viajar de carro em direção ao litoral do Estado para aproveitar o verão vão ter de preparar, além das malas, os bolsos.<br />
Com o programa de concessão de rodovias promovido pela administração José Serra (PSDB), foram criadas, apenas neste ano, ao menos mais 23 praças de pedágio. Além disso, em julho passado o valor das tarifas cobradas pelas concessionárias foi reajustado.<br />
A Folha simulou 12 trajetos em direção ao litoral do Estado partindo de seis cidades paulistas (São Paulo, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Bauru e Campinas). E calculou a despesa que o motorista vai ter com pedágio -em dez trajetos o custo aumentou em relação ao verão passado; em dois, caiu.<br />
A maior variação verificada foi no trajeto entre Campinas (95 km de São Paulo) e Caraguatatuba. Com a concessão da rodovia D. Pedro 1º e a criação de três novas praças de pedágio, o custo da viagem saltou 70%: de R$ 24,60 para 41,80.<br />
A reportagem verificou também que, em alguns casos, a despesa da viagem para o litoral, ida e volta, pode superar 1/ 3 de um salário mínimo (R$ 465). É o que ocorre com o turista que mora na cidade de Presidente Prudente (565 km a oeste de São Paulo).<br />
Para chegar a Santos e depois voltar para casa, num trajeto total de 1.258 km, ele pode ter de desembolsar até R$ 156,60 em pedágio, dependendo das rodovias que acessar.<br />
No verão passado, o mesmo turista pagou bem menos: R$ 104. A diferença se deve à concessão de rodovias como a Raposo Tavares e ao início da operação de mais sete praças de cobrança na região.<br />
Em alguns trechos, entretanto, os motoristas vão desembolsar menos em relação a 2008. A viagem entre São Paulo e Caraguatatuba caiu 40,2% após a concessão das rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto, de R$ 22,10 para R$ 13,20.<br />
Os pedágios paulistas são reajustados ou pelo IGPM ou pelo IPCA, dependendo do contrato. Em 2009, o IGPM fechou em -1,72%. Já o IPCA ainda não fechou; a estimativa é que fique em +4,3%.</p>
<p><strong>Protesto</strong><br />
No interior paulista, empresários, moradores e políticos formaram um comitê popular contra os pedágios -que organiza abaixo-assinados, carreatas e bloqueio de estradas.<br />
Na semana passada, por exemplo, cerca de 300 veículos participaram de uma carreata contra pedágios nas cidades de Paulínia e de Cosmópolis, na região de Campinas.<br />
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Paulínia, Wilson Machado, que também é um dos coordenadores do comitê antipedágio, disse que alguns empresários já falam em deixar a cidade por causa de três novas praças que começaram a funcionar recentemente em estradas nas proximidades do município.<br />
“Essa taxação excessiva dos pedágios reflete também no bolso do cidadão que não tem automóvel, pois essas cobranças influenciam no preço do transporte dos alimentos”, diz.<br />
O governo paulista diz que não considera alto o custo dos pedágios nas estradas.<br />
Afirma também que a tarifa é o principal recurso para ampliar e modernizar a malha rodoviária, ressaltando que, a prova do sucesso do modelo paulista é o fato de que 15 rodovias do Estado figuram nas lista das melhores do país.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://guilhermelisboa.files.wordpress.com/2009/07/serra-pedagio.png?w=556&amp;h=281" alt="http://guilhermelisboa.files.wordpress.com/2009/07/serra-pedagio.png?w=556&amp;h=281" /></p>
<p> Fonte: Blog do Luiz Favre.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Educação vergonhosa.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/educacao-vergonhosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 19:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdolinho.com.br/?p=464</guid>
		<description><![CDATA[Postado por Linho 31/12/2009 &#8211; 13:56 As dúvidas sobre a progressão continuada Por Gustavo Cherubine Pessoal, excelente o artigo escrito por um professor da rede estadual de educação paulista e publicado no estadão de hoje. A fsp nunca publicaria algo assim. Desmonta qualquer propaganda que queiram fazer sobre a educação em São Paulo. Gustavo Cherubine [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><cite>Postado por Linho</cite></p>
<p><cite><strong>31/12/2009 &#8211; 13:56</strong></cite></p>
<h2><a title="As dúvidas sobre a progressão continuada" rel="bookmark" href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/12/31/as-duvidas-sobre-a-progressao-continuada/">As dúvidas sobre a progressão continuada</a></h2>
<h2>Por Gustavo Cherubine</h2>
<p>Pessoal, excelente o artigo escrito por um professor da rede estadual de educação paulista e publicado no estadão de hoje.</p>
<p>A fsp nunca publicaria algo assim.</p>
<p>Desmonta qualquer propaganda que queiram fazer sobre a educação em São Paulo.</p>
<p>Gustavo Cherubine</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/not_imp488986,0.php" target="_blank">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/not_imp488986,0.php<br />
</a></p>
<h3>Ensinando impunidade</h3>
<p>Luís Fernando de Lima Júnior</p>
<p>De acordo o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em todo o Brasil, considerando as redes públicas estaduais, São Paulo ocupa a terceira colocação. No entanto, com um resultado de 4 como média para os ensinos fundamental e médio, não temos o que comemorar.</p>
<p>Desde a implantação da estrutura curricular de ciclos de quatro anos em regime de progressão continuada na rede de ensino básico do Estado de São Paulo, a realidade do cotidiano escolar aponta na direção de um aumento nos casos de indisciplina e violência dentro da escola. Talvez um dos efeitos mais nefastos desses 12 anos de uma política educacional equivocada seja a desconstrução de um dos principais valores da escola: o estudo. A necessidade de estudar para garantir a aprovação por boas notas foi substituída pela falta de perspectiva. Os alunos podem fazer o que quiserem na escola que sua aprovação está garantida.</p>
<p><span id="more-43189"> </span>Sem apologia ao passado, percebe-se que a pressão exercida sobre os estudantes, quanto à obrigação de se apresentar resultados, fazia os alunos demonstrarem melhor rendimento escolar, propiciando-lhes maior preparo para a competição do mercado de trabalho. Reconhecendo que essa pressão era, muitas vezes, exagerada, não se pode negar que tal necessidade desenvolvia nos alunos uma qualidade e um senso de responsabilidade que já não existem.</p>
<p>Com a radicalização de uma interpretação da progressão continuada, que em sua proposta original não excluía a retenção dos alunos com graves defasagens de aprendizagem, criou-se um vício que desestrutura a capacidade de aprender sozinho pelo estudo – justamente a principal habilidade requerida pela sociedade contemporânea.</p>
<p>Em razão disso, nossas crianças cresceram acreditando que não precisavam dedicar-se aos estudos, pois sua aprovação era apenas uma questão de tempo. Mesmo que ultrapassassem o limite legal de faltas, teriam ainda a possibilidade de compensá-las de uma forma simples e facilitada.</p>
<p>De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9394/96), a educação básica em todo o País deverá ter, no ensino fundamental e no ensino médio, uma carga horária mínima de 800 horas divididas em 200 dias letivos, com frequência mínima do aluno para aprovação de 75%, devendo a escola notificar os pais, o Conselho Tutelar e o promotor competente sobre os excessos de faltas dos alunos menores. A redação da lei é clara: mesmo que se adote o regime de progressão continuada, a promoção do aluno está condicionada ao cumprimento da frequência mínima no ano letivo.</p>
<p>Em vez disso, a maioria das escolas da rede pública simplesmente compensa a ausência desses alunos pela realização de trabalhos escritos, referentes ao conteúdo perdido, sem mesmo questionar as razões do excesso de faltas. Nos casos envolvendo alunos menores, os pais chegam a ser comunicados, mas a prática do trabalho é a mesma. Muitas vezes não existe um critério para orientação e regulamentação dessas atividades.</p>
<p>Será mesmo que um trabalho escrito (muitas vezes copiado da internet sem nenhuma leitura ou reflexão, para ser impresso e entregue ao professor, sem que se tenha a preocupação de retirar as propagandas e o endereço eletrônico da página reproduzida) realmente compensa as explicações e o conteúdo perdidos em sala de aula?</p>
<p>Formados num ambiente pedagógico que não estimula o desempenho, os alunos com defasagem de aprendizagem são aprovados pela progressão continuada, mas não conseguem acompanhar seus colegas de sala de aula. Desestimulados e sentindo-se inferiorizados, manifestam apatia em relação aos estudos, o que tende a agravar ainda mais a situação, pois para sua autoestima é melhor acreditar que não querem do que admitir que não são capazes.</p>
<p>Com isso, indisciplina e violência explodem, já que a escola não consegue demonstrar um sentido para os estudos e as famílias não conseguem exercer sua autoridade, tornando professores e alunos reféns de um grupo de indivíduos, confusos e sem perspectivas, que, amontoados em salas de aula lotadas, interferem no desempenho escolar de todos os estudantes.</p>
<p>Sem a percepção de um objetivo para os estudos e sem as consequências disciplinares para suas atitudes, os alunos aprendem o pleno exercício da impunidade, acreditando que não existe consequência para seus atos e que mesmo em situações mais graves tudo pode ser resolvido com brincadeira.<br />
Será mesmo possível convencer crianças e adolescentes sobre a importância de estudar e de frequentar as aulas, se a própria escola permite que sejam promovidos com rendimento e frequência insuficientes? Para qualquer estudante que questione essa situação a resposta soa como mais um incentivo para não se preocupar com os estudos.</p>
<p>E nesse contexto, o que faz o sistema? Além de propor paliativos como um manual de conduta para estudantes, ou impor uma série de medidas restritivas aos professores, como se fossem a única causa do problema, o Estado demonstra o seu ponto de vista nas propagandas institucionais, mas não modifica a política educacional que está na essência do problema.</p>
<p>Não é por acaso que nenhuma escola particular conceituada adota a progressão continuada. Não é por acaso que, de acordo com os números do Seade, atualmente a maior parcela da população economicamente ativa do Estado que enfrenta o desemprego tem entre 18 e 29 anos. São justamente os frutos dessa política.</p>
<p>Trata-se de uma geração condenada ao subemprego por não ter condições de se integrar ao mercado de trabalho competitivo. Pessoas jovens que não aprenderam a noção de regras e de consequências para seus atos, que certamente pesarão no orçamento de programas sociais do governo.</p>
<p>Luís Fernando de Lima Júnior é professor de História<br />
em São José dos Campos</p>
<p><cite><strong>Autor:</strong> luisnassif &#8211; <strong>Categoria(s):</strong> <a title="Ver todos os posts em Educação" rel="category tag" href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/category/politicas-sociais/educacao/">Educação</a></cite> <cite><strong>Tags:</strong> <a rel="tag" href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/tag/progressao-continuada/">progressão continuada</a>, <a rel="tag" href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/tag/sao-paulo/">São Paulo</a></cite></p>
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		<title>E agora, Caetano?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Candido Mendes: Caetano perdido no Brasil de Lula Atualizado em 26 de novembro de 2009 às 14:00 &#124; Publicado em 26 de novembro de 2009 às 13:36 Candido Mendes &#8211; Jornal do Brasil &#8211; 25/11/2009 Até onde convive com a democracia o excesso da popularidade presidencial? O exemplo de Lula ao reforçar o seu ineditismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Candido Mendes: Caetano perdido no Brasil de Lula</h1>
<p>Atualizado em 26 de novembro de 2009 às 14:00 | Publicado em 26 de novembro de 2009 às 13:36</p>
<p><strong><em>Candido Mendes </em></strong><em>&#8211; Jornal do Brasil &#8211; 25/11/2009</em><br />
Até onde convive com a democracia o excesso da popularidade presidencial? O exemplo de Lula ao reforçar o seu ineditismo é o de que só avança na aprovação política o presidente que renunciou a toda a veleidade de um terceiro mandato, e chega a esses dados únicos de aprovação em fins de seu segundo governo.</p>
<p>Não há que repetir como os países lá fora, a partir do próprio Obama, mostrem o nosso capital de respeito internacional. É o roldão que acossa o status quo nacional, enraizado na oposição proverbial que parece, de vez, perder o pé entre nós. Ou fecha-se a todos os “olhos de ver” e explode em despautérios melancólicos, como vem de fazer o atarantado Caetano Veloso, chamando Lula de analfabeto e cafajeste.</p>
<p>É frase de quem fala de seu quintal bem instalado, e insulta o presidente que mudou a escala da prosperidade brasileira. Trouxe a população de uma Colômbia para a nossa economia de mercado e se vê reconhecido por todos os grupos e segmentos da nova mobilidade nacional. A grosseria nada tem a ver com sentimentos de classe média, que hoje já responde por 56% da nossa população.</p>
<p>O novo e inédito comando de Lula não é o de um carisma clássico, em que uma coletividade delega a um fuehrer, ou a um chefe da hora, o exercício ou forra de sua expectativa coletiva. O “Lula lá” é a do povo todo que chegou ao Planalto, e que hoje na sua solidariedade independe de partido, de poderes corporativos sindicais e desarma todos os cálculos de um ganha e perde do rondó político tucano.</p>
<p>A palavra diária do presidente, que não ensina, nem prega, mas tem o dom da consonância com o que o povo quer ouvir, não como consolo, mas o passo a passo – e o PAC o assegura – deste Brasil que se sabe no poder, e o frui. Há, sim, um tom de repente no que ouvimos todo dia, mas é também o de uma reflexão em marcha, que criou este coloquial único de entendimento que nada tem mais a ver com a fala “bem” do país dos hierarcas. O novo é muitas vezes o óbvio, sim. Mas esse que se reautentica tão só por quem pode dizê-lo.</p>
<p>O país que vai às urnas em 2010 tem na sua cabeça novas e legítimas razões de apoio ao governo que descartou por inteiro o que diga o palanque das oposições vociferando contra os ditos analfabetos e cafajestes. O nouveau richismo verbal de Caetano só mostra como se perdeu no Brasil de Lula, este que sabe para onde não quer voltar, e de como vai adiante, nas certezas do país da mudança e não do vedetismo deslumbrado.</p>
<p><em>Candido Mendes é presidente do senior board do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Justiça e Paz. <br />
</em> </p>
<p> Fonte: blog viomundo</p>
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		<title>Um novo pesadelo?</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/um-novo-pesadelo/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 20:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Postado por Linho Plantadores de soja transgênica apavorados A presença do sorgo resistente ao glifosato, em lavouras no norte da Argentina, já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas. Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. O glifosato é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Postado por Linho</p>
<h1>Plantadores de soja transgênica apavorados</h1>
<p><em>A presença do sorgo resistente ao glifosato, em lavouras no norte da Argentina, já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas. Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. O glifosato é o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto. O resultado era previsível: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura. O artigo é de Alejandro Nadal.</em></p>
<p>Fantasma assombra plantadores de soja transgênica</p>
<p><em>por <strong>Alejandro Nadal</strong>, em <strong>La Jornada</strong>, via </em><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?alterarHomeAtual="><em><strong>Carta Maior</strong></em></a></p>
<p>Um fantasma percorre os campos do Chaco, norte da Argentina. Após meses de investigação e acaloradas disputas, confirmou-se a existência de uma variedade de sorgo (Sorghum halepense – também conhecido no Brasil como capim Massambará, Pasto Russo ou Erva de São João) resistente ao herbicida glifosato, na província de Salta. É o primeiro caso de uma variedade de sorgo resistente ao glifosato desde que esse herbicida começou a ser usado no mundo, há três décadas. A difusão desta erva daninha através das colheitadeiras que circulam por todos os lados após cada safra não é um bom augúrio.</p>
<p>A presença do sorgo resistente ao glifosato já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas (<a href="http://www.weedscience.org/">www.weedscience.org</a>). Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. É também uma lição para a Sagarpa (organização mexicana de proteção fitossanitária), que acaba de autorizar ilegalmente as primeiras plantações experimentais de milho transgênico no México. É o primeiro passo no caminho para autorizar a plantação comercial e consolidar a liberação do milho geneticamente modificado no México, centro de origem deste cultivo de importância mundial.</p>
<p>Vamos por partes. O Sorghum halepense é uma das dez principais ervas daninhas que afetam a agricultura de climas temperados. É uma erva daninha perene, dotada de grande capacidade de reprodução e sobrevivência ao controle por meios mecânicos. A ironia é que em muitos países, incluindo a Argentina, foi introduzido como uma espécie forrageira, por sua alta produtividade e capacidade de adaptação. Em poucos anos, converteu-se em uma praga cujo combate com agentes químicos teve grandes custos para os agricultores e para a biodiversidade.</p>
<p>Na luta contra essa “erva daninha perfeita” vinha se usando o glifosato, herbicida de amplo espectro que destrói, em plantas superiores, a capacidade de sintetizar três aminoácidos essenciais. É o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto, geneticamente modificada para aumentar sua resistência ao glifosato. Hoje, a soja transgênica é plantada em cerca de 18 milhões de hectares na Argentina. Esse cultivo transformou a paisagem rural do pampa, transtornando as relações sociais que permitiam a pequena agricultura e abrindo as portas para o agronegócio em grande escala. As exportações de soja são o principal sustento da política fiscal Argentina: 18% da receita fiscal total vêm do imposto sobre as vendas de soja ao exterior. Mas o colapso desta bolha da soja é uma questão de tempo. A aparição do sorgo resistente ao glifosato é só um aviso. A soja transgênica usa um pacote tecnológico de plantio direto (ou lavragem mínima), onde se deixa o mato cobrir a terra para protegê-la da chuva e do vento. Isso reduz os riscos de erosão, mas deve ser acompanhado de um incremento no uso de herbicidas. Esse tipo de cultivo está associado a um crescimento espetacular do uso destes insumos: em apenas dez anos, o consumo de glifosato passou de 15 a 200 milhões de litros.</p>
<p>O resultado, no final do caminho, era de se esperar: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura comercial. Com a difusão do pacote tecnológico da soja transgênica, essa resistência apareceria mais rapidamente, pois o processo de co-evolução (que, no fundo, é o que rege esse fenômeno) iria se acelerando. É o que acontecerá também com o milho transgênico cujo plantio está sendo autorizado agora no México. A aparição de insetos resistentes à toxina produzida nos cultivos transgênicos Bt é uma questão de tempo.</p>
<p>Ainda não há registro de grandes populações resistentes à toxina Bt, mas em parte isso se deve à estratégia que consiste em deixar refúgios de plantas não transgênicas nas áreas plantadas. Nos Estados Unidos, essa prática tem sido acompanhada pelo uso complementar de inseticidas. Mas a advertência de ecólogos e agrônomos segue vigente: essas estratégias só retardam o processo de aparição de insetos resistentes ao Bt, não o detém. O cultivo de milho transgênico no México aumentará a probabilidade de surgimento de populações de insetos resistentes ao Bt em um menor espaço de tempo. Esse não é o único problema, mas o exemplo do sorgo na Argentina é um sinal que não devemos ignorar.</p>
<p>A trajetória tecnológica dos cultivos geneticamente modificados nos conduz a um beco sem saída. É claro que, para as empresas e seus cúmplices no governo, este é um bom instrumento para tornarem-se donas do campo, transformando-o em seu espaço de rentabilidade. Para a Sagarpa e o governo (falando aqui do caso mexicano) nada deve se interpor entre as companhias transnacionais e a rentabilidade, nem sequer a débil legislação sobre biossegurança que foi desenhada para servir aos interesses dessas mesmas empresas.</p>
<p>* <strong>Alejandro Nadal é economista</strong>, professor pesquisador do Centro de Estudos Econômicos, no Colégio do México. Colaborador do jornal <em>La Jornada</em>, onde este artigo foi publicado originalmente dia 20 de outubro.</p>
<p><strong>Tradução: Katarina Peixoto</strong></p>
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		<title>Boa notícia.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do Porta UOL 15/10/2009 Postado por Linho Governo de São Paulo promete banda larga a preços populares  O Governo de São Paulo vai oferecer banda larga com preços baixos para atingir o público de menor renda do Estado. O projeto, chamado de Banda Larga Popular, será assinado nesta quinta-feira pelo governador José Serra. Segundo post [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Do Porta UOL 15/10/2009</h3>
<p>Postado por Linho</p>
<h3>Governo de São Paulo promete banda larga a preços populares</h3>
<p> O Governo de São Paulo vai oferecer banda larga com preços baixos para atingir o público de menor renda do Estado.</p>
<p>O projeto, chamado de <a href="http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=205393&amp;q=Serra+lan%E7a+hoje+o+Programa+Banda+Larga+Popular" target="_blank">Banda Larga Popular</a>, será assinado nesta quinta-feira pelo governador José Serra.</p>
<p>Segundo post no <a href="http://twitter.com/joseserra_" target="_blank">Twitter</a> de Serra, os preços máximos serão de R$ 29,80 por mês e os valores estão baixos porque o Governo abriu mão do ICMS &#8211; antes o imposto era de 25%. As empresas que oferecerem banda larga a partir de amanhã, pelo valor estipulado, já vão ficar isentas do ICMS.</p>
<p>O serviço vai oferecer conexões de 200Kbps até 1Mbps, sem limite de horário ou tráfego de dados. O Governo vai contar, ainda, com parceria de operadoras de banda larga fixa e móvel. “Nossa meta é conectar metade das residências paulistas”, afirmou Serra em um post.</p>
<p>A notícia sai um dia depois de a Finlândia <a href="http://uoltecnologia.blog.uol.com.br/arch2009-10-11_2009-10-17.html#2009_10-14_14_37_08-9542190-26" target="_blank">aprovar</a> uma lei que dá o direito aos cidadãos de terem banda larga no país.</p>
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		<title>Serrágio</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 21:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ A marca do Serra: Rodovias estaduais de SP terão 28 novos pedágios até o fim do ano Concessionárias aceleram as obras para começar a cobrança até o início das férias, quando tráfego cresce 30% José Maria Tomazela – O Estado SP 03/10/2009   Pelo menos 28 novos pedágios entram em operação até o final do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong><a title="A marca do Serra: Rodovias estaduais de SP terão 28 novos pedágios até o fim do ano" href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/a-marca-do-serra-rodovias-estaduais-de-sp-terao-28-novos-pedagios-ate-o-fim-do-ano/">A marca do Serra: Rodovias estaduais de SP terão 28 novos pedágios até o fim do ano</a></strong><strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Serra-trololó.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-364" src="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Serra-trololó.jpg" alt="Serra trololó" width="558" height="366" /></a></p>
<p><strong>Concessionárias aceleram as obras para começar a cobrança até o início das férias, quando tráfego cresce 30%</strong></p>
<p><strong>José Maria Tomazela – O Estado SP <strong>03/10/2009 </strong></strong><strong> </strong></p>
<p>Pelo menos 28 novos pedágios entram em operação até o final do ano nas rodovias estaduais de São Paulo. Atualmente, há 91 praças de pedágios nas rodovias incluídas no programa de concessões rodoviárias do governo do Estado. Destas, três serão desativadas. As concessionárias aceleram as obras para iniciar a cobrança até o período de férias, no final do ano, quando o tráfego nas rodovias aumenta até 30%.</p>
<p>As novas praças fazem parte da segunda fase do programa. Os contratos das concessionárias com o governo estadual preveem que as empresas podem cobrar tarifas seis meses após assumir a rodovia, desde que tenham realizado as obras previstas no Programa Intensivo Inicial. Esse programa inclui obras de infraestrutura básica, como tapa-buraco, recapeamentos emergenciais, limpeza</p>
<p>de canteiros, acostamentos e galerias, e sinalização, além de serviços de segurança e de atendimento ao usuário.</p>
<p>Somente o Sistema Raposo Tavares terá nove postos de cobrança. As duas praças que operam atualmente na rodovia, nos municípios de Presidente Bernardes e Caiuá, serão substituídas. A Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), que assumiu os 450 km do trecho, já poderia estar cobrando pedágio desde o mês passado. As obras das praças, no entanto, não ficaram prontas por causa das chuvas. A empresa informou que pretende concluir todas até o final deste mês. Os pedágios vão entrar em operação à medida que ficarem prontos e forem aprovados pela Agência Reguladora dos Transportes do Estado de São Paulo.</p>
<p>Na Raposo Tavares, estão em obras os pedágios nos municípios de Palmital, Assis, Rancharia, Regente Feijó, Presidente Bernardes e Caiuá. Na Rodovia Orlando Quagliatto (SP-225), que faz parte do mesmo lote, estão em obras os pedágios de Santa Cruz e de Piratininga. As tarifas variam de R$ 3 a R$ 4,80. Tanto na SP-225 como na Raposo, entre Ourinhos e Presidente Prudente, não havia pedágio.</p>
<p>As seis praças previstas no Corredor D. Pedro I, com 296,6 km de rodovias na região de Campinas, também não foram terminadas – a partir de hoje, a empresa Rota dos Bandeirantes já poderia iniciar a cobrança. Na rodovia D. Pedro I, os novos pedágios ficarão em Igaratá e Itatiba – este substitui o de Nazaré Paulista, que será desativado. Outros três estão na SP-332, que liga Campinas a Mogi-Mirim, um na SP-360, de Itatiba a Jundiaí, e outro na SP-063, entre Itatiba e Louveira.</p>
<p>A concessionária Rodovias do Tietê terá nove praças nos 415 km que passou a administrar, sobretudo no trecho leste da Rodovia Marechal Rondon, entre Jundiaí e Botucatu. Nessa rodovia, os pedágios são construídos em Conchas, Botucatu, Pirajuí, Areiópolis e Agudos. A SP-201 (Campinas-Tietê) tem pedágios em obras em Monte Mor e Rafard, e a SP-308 (Salto-Piracicaba), em Salto e Rio das Pedras. No trecho oeste da Marechal Rondon, com 420 km, a concessionária Via Rondon administra os quatro pedágios existentes e vai construir outros quatro.</p>
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		<title>Mais uma</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 00:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A última grande obra do governo Serra: USP saiu da lista das melhores universidades do mundo USP sai do ranking das 200 melhores do mundo Nesta quinta-feira, o jornal britânico The Times publicou a versão 2009 do seu ranking das 200 Melhores Universidades do Mundo, chamado Times Higher Education 2009-QS World University Rankings. A Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=19870">A última grande obra do governo Serra: USP saiu da lista das melhores universidades do mundo</a></strong></p>
<p align="center"><a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/10/USPcampus.jpg"></a></p>
<p><strong><em>USP sai do ranking das 200 melhores do mundo</em></strong></p>
<p><em><br />
</em><em>Nesta quinta-feira, o jornal britânico The Times publicou a versão 2009 do seu ranking das 200 Melhores Universidades do Mundo, chamado Times Higher Education 2009-QS World University Rankings. A Universidade de São Paulo (USP), que no ano passado aparecia em 196º lugar, e era a única representante brasileira, este ano não está na lista.</em></p>
<p><em>Os Estados Unidos mantém a primeira posição entre os países com 54 instituições de ensino no ranking, entre elas a primeira colocada, a Universidades de Harvard. O Reino Unido, em segundo lugar, tem 29 instituições na lista, e o segundo lugar com a Universidade de Cambridge.</em></p>
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		<title>É o cara, mesmo.</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 17:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Fatini</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/A5zrPRusLcY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/A5zrPRusLcY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1134882&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1134882&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1134882&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
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		<title>É o cara.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/e-o-cara/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 16:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[  “O mais popular político da terra” Da Revista Newsweek desta semana]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<h2><a title="“O mais popular político da terra”" rel="bookmark" href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/23/o-mais-popular-politico-da-terra/">“O mais popular político da terra”</a></h2>
<p><!--google_ad_section_start(name=post_34023)--></p>
<h2>Da Revista Newsweek desta semana</h2>
<p><a href="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/o-cara1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-334" src="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2009/09/o-cara1-470x178.jpg" alt="o cara" width="470" height="178" /></a></p>
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		<title>O IBOPE não toma jeito.</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/o-ibope-nao-toma-jeito/</link>
		<comments>http://www.blogdolinho.com.br/o-ibope-nao-toma-jeito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 23:02:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O IBOPE divulgou pesquisa sobre intenções de voto para Presidente/2010. Serra tem 34%, Dilma e Ciro, 14%. Além da queda de 4 pontos de Serra, chama a atenção o índice de rejeição dos candidatos: Serra 30%, Ciro 33% e Dilma 40%.´Parece mais uma manipulação em curso, snão vejamos. Dos entrevistados, 66% conhecem Serra, 60% votariam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O IBOPE divulgou pesquisa sobre intenções de voto para Presidente/2010.</p>
<p>Serra tem 34%, Dilma e Ciro, 14%.</p>
<p>Além da queda de 4 pontos de Serra, chama a atenção o índice de rejeição dos candidatos: Serra 30%, Ciro 33% e Dilma 40%.´Parece mais uma manipulação em curso, snão vejamos.</p>
<p>Dos entrevistados, 66% conhecem Serra, 60% votariam nele e 30% não votariam nele “de jeito nenhum”. Já em relação a Ciro, 45% conhecem, 49% votariam nele e 33% não votariam de jeito nenhum. Quando a pergunta é feita em relação Dilma, apenas 32% dos ouvidos conhecem a ministra, 32% afirmam que votariam nela e 40% dos entrevistados afirmam que não votariam de jeito nenhum.</p>
<p>É lógico entender que as rejeições são calculadas apenas sobre os que conhecem o candidato, tem-se que, no universo total dos pesquisados, Serra tem 20% de rejeição (30% dos 66% que o conhecem), Ciro tem 15% (33% dos 45% que o dizem conhecer) e Dilma Roussef tem 12,8% (40% dos 32% que a conhecem).</p>
<p>Então, a ordem de rejeição entre eles seria: 1°) Serra, 20%; 2°) Ciro, 15%; 3°)Dilma, 12,8%.</p>
<p>A mídia apresentou o resultado assim:</p>
<p>&#8220;A pesquisa CNI/Ibope divulgada no fim desta manhã mostrou que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) têm os maiores índices de rejeição, com 40% dos entrevistados (do total ou dos que a conhecem?) dizendo não votariam em nenhuma delas para presidente. A menor rejeição é a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 30%.<br />
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 33% de rejeição, enquanto o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e a senadora Marina Silva (PV-AC) têm 37% cada.&#8221;</p>
<p>Já passou da hora de parte da mídia se mancar de que a sociedade não engole mais essas manipulações.</p>
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		<title>Carta marcada!</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/carta-marcada/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 23:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Indaiatuba]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[Licitação]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[verba pública]]></category>

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		<description><![CDATA[DIRECIONAMENTO Denunciada vence pregão da informática • Uni Repro prestará serviço de locação de equipamentos de informática por quase R$ 24 milhões por ano TATIANE QUADRA cidades@tribunadeindaia.com.br A empresa envolvida em uma denúncia enviada ao Ministério Público (MP) na quinta-feira passada, dia 20, de possível direcionamento de licitação, foi a vencedora do pregão para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="height: 1187px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="529">
<tbody>
<tr>
<td width="529" height="89">
<div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>DIRECIONAMENTO<br />
Denunciada vence pregão da informática</strong><br />
• Uni Repro prestará serviço de locação de equipamentos de informática por quase R$ 24 milhões por ano</p>
<p><a href="http://www.blogdolinho.com.br/wp-content/uploads/2009/08/DSC_0017.JPG"></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="18"></td>
</tr>
<tr>
<td height="888" valign="top">
<p align="right">TATIANE QUADRA<br />
cidades@tribunadeindaia.com.br</p>
<p align="justify">A empresa envolvida em uma denúncia enviada ao Ministério Público (MP) na quinta-feira passada, dia 20, de possível direcionamento de licitação, foi a vencedora do pregão para a locação de equipamentos de informática, promovido pela Prefeitura na manhã de ontem, dia 24. Segundo a Assessoria de Comunicação Social, a Uni Repro Serviços Tecnológicos Ltda., de São Paulo, ofereceu o menor valor e fechou contrato de 12 meses pelo valor de até R$ 23.800 milhões.</p>
<p>O pregão chegou a ser aberto na data marcada via edital, na quinta-feira, mas foi suspenso para análise de documentação pelo Departamento de Informática. As participantes, além da Uni Repro, foram a Acopfiles Guarda e Organização de Documentos Ltda., de Indaiatuba; Goldnet TI S/A, de Jundiaí; e a N&amp;DC Systems Integrator Comércio e Serviços de Informática Ltda., de São Paulo. Segundo a assessoria, com a reabertura do certame, a Acopfiles foi desclassificada porque não atendeu as especificações exigidas.</p>
<p>A Uni Repro ganhou pelo valor de R$ 199 mil por mês, sendo que a assessoria enfatiza que o valor só será pago integralmente se a Prefeitura utilizar todos os itens previstos. Caso contrário, o preço por mês diminui. Além disso, a empresa ainda deverá enviar a proposta definitiva, já que a inicial era de R$ 228.306 por mês. Durante o pregão, ela baixou os valores, e deve passar agora a nova planilha com o desconto proporcional em todos os itens, para que a Prefeitura possa começar a aquisição em 48 horas.</p>
<p align="justify"><span><strong>Histórico</strong><br />
A denúncia foi encaminhada ao MP na quinta-feira pelo vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT), que recebeu as informações e as repassou, inicialmente por conversa pessoal com o promotor substituto de Cidadania, Bruno Orsatti Landi, na quarta-feira, dia 19, véspera da licitação. Na representação entregue, são apontados indícios de que a Uni Repro seria a vencedora. A empresa ganhou um pregão semelhante este ano junto à Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (Fiec), e teria sido a única que fez visita no local de fornecimento para a licitação da Prefeitura.</span></p>
<p>Outros itens foram apontados, como a exigência de comprovação de experiência da empresa no fornecimento de apenas um item e não de todos; a necessidade de dar preço em todos os itens, reduzindo a competitividade; e a solicitação de equipamentos em excesso. “Tudo isso sugere que a licitação deva ser cancelada para ser analisada com prudência”, afirmou o vereador.</p>
<p>A licitação é para o aluguel de equipamentos de informática, incluindo o serviço de instalação dos materiais e softwares, manutenção e atualização. O contrato é no sistema de registro de preços, com a solicitação conforme a necessidade. Estão incluídos também autarquias e fundações, como o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) e a Fiec.</p>
<p>Uma impugnação foi apresentada pela Torino Informática Ltda., de Sorocaba, à Prefeitura, que julgou improcedente o pedido. A mesma empresa representou no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), porém, o órgão apontou para a falta de documentos relativos à denunciante, dando o prazo de regularização. O Ministério Público tem o prazo de um mês para analisar a representação e instaurar, ou não um procedimento de investigação.</p>
<p align="justify"><span>Fonte: <a href="http://www.tribunadeindaia.com.b">http://www.tribunadeindaia.com.br</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uribe pode. Lula, não!</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 23:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Linho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande imprensa brasileira mostra a cara de pau que passou a ter nos últimos anos. Pelo menos é o que ficou claro na edição do “Estadão” de 20/08. O centenário “jornalão” informou que o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, ficou mais próximo de buscar uma segunda (!) reeleição em 2010, pois o Senado colombiano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grande imprensa brasileira mostra a cara de pau que passou a ter nos últimos anos. Pelo menos é o que ficou claro na edição do “Estadão” de 20/08.</p>
<p>O centenário “jornalão” informou que o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, ficou mais próximo de buscar uma segunda (!) reeleição em 2010, pois o Senado colombiano aprovou na noite de 19/08 <strong>uma lei que</strong> <strong>permite a Uribe buscar o terceiro mandato.</strong></p>
<p>O presidente foi eleito pela primeira vez em 2002 (Lula também) e, depois, reeleito em 2006 (Lula também), <strong>após uma mudança na Constituição que permitiu o segundo mandato</strong>. Segundo o “Estadão”, Uribe é um “herói” para muitas pessoas, pelo acordo assinado com os Estados Unidos para combater o tráfico de drogas e as Farc.</p>
<p>Uribe é o principal aliado do governo norte-americano na região, onde governos vizinhos, liderados pelo venezuelano Hugo Chávez, criticam regularmente as políticas norte-americanas e reforçam seus laços com Rússia, China e Irã.</p>
<p>Quando um deputado petista sugeriu o terceiro mandato para Lula (eu sou contrário, e Lula, publicamente, já disse que também é),<strong> essa mesma grande mídia afirmou em manchete que isso era golpe</strong>, e iniciou uma campanha contra a tentativa do infeliz deputado.</p>
<p> A mesma coisa foi feita em relação a Hugo Chávez, presidente da Venezuela.</p>
<p>Quando <strong>FHC mudou a Constituição, em 1997,</strong> para poder se candidatar à reeleição, <strong>a mídia aplaudiu, assim como hoje faz com Álvaro Uribe.</strong><strong></strong></p>
<p>O fato de Uribe e FHC serem amigos dos E.U.A. não serve de justificativa para esse tratamento desigual, até porque quem disse que Lula é o cara, foi o próprio Obama&#8230;..</p>
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		<title>Licitação</title>
		<link>http://www.blogdolinho.com.br/licitacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jmatos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Indaiatuba]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[Licitação]]></category>
		<category><![CDATA[linho]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo Nogueira]]></category>
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		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[verba pública]]></category>

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		<description><![CDATA[A Tribuna de Indaiá publicou matéria sobre a licitação que a Prefeitura abriu, para a aquisição de softwares e equipamentos de informática, e ressalta que não foi divulgado o valor global a ser pago à vencedora. A justificativa para essa ausência de preço é &#8220;para não comprometer o pregão&#8221;, segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tribuna de Indaiá publicou matéria sobre a licitação que a Prefeitura abriu, para a aquisição de softwares e equipamentos de informática, e ressalta que não foi divulgado o valor global a ser pago à vencedora.</p>
<p>A justificativa para essa ausência de preço é &#8220;para não comprometer o pregão&#8221;, segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura.</p>
<p>Isso soa estranho, pois como omitir valor que será pago com verba pública?</p>
<p>Talvez, a explicação esteja no fato de que uma licitação desse porte pode chegar, dependendo de marca, prazo e quantidade de equipamentos e serviços, à casa dos R$ 80.000.000,00&#8230;.</p>
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