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28-07-2010 | Política

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Postado por Linho.

A Judicialização da campanha eleitoral.

As eleições ainda não começaram oficialmente, mas a oposição e alguns veículos de comunicação alinhados a ela já mostraram que podem tentar de tudo para sustentar sua opção por José Serra (PSDB). Depois de negar que as eleições não seriam influenciadas pelo bom desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do governo (com 76% de aprovação), pelos avanços na economia, pelo alto índice de geração de emprego, pelos avanços sociais que distribuíram renda e retiraram 19,3 milhões de pessoas da linha da pobreza, enfim, pelo projeto de Brasil que atende ao curto, médio e longo prazos, parece que a única opção que resta a eles é buscar a via perigosa da judicialização da campanha, popularmente conhecido como “tapetão”.

Primeiro, tentaram dizer que a eleição não seria uma comparação entre o governo Lula e a gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB), porque se tratava de escolher um candidato para o futuro do país, como se o paralelo entre os dois modos de governar não fosse um requisito importante para se saber como será a condução do país nos próximos quatro anos. Depois, disseram que o presidente Lula não teria influência na campanha, porque não seria candidato e porque não conseguiria transferir votos. Assim, afirmaram que a disputa seria entre os pré-candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra, um confronto de biografias.
Quando saíram as pesquisas Vox Populi e Sensus revelando que as duas avaliações estavam erradas, pois o eleitor estava comparando os dois governos e também as duas biografias e manifestando intenção de voto em Dilma, a opção foi por atacar os institutos, sugerindo que a metodologia adotada por ambos estava errada e sob suspeita. Tinham como argumento principal os números trazidos pelo Datafolha. Assim, deflagraram uma clara operação pró-Serra, ainda que qualquer analista de pesquisa imparcial apontasse que os resultados do Datafolha é que estavam estranhamente divergentes.

Não deu certo. As movimentações de Serra como pré-candidato foram desastrosas, com mudanças de opinião no intervalo de horas, além de falta de clareza sobre o que propõe em temas importantes, como comércio regional via MERCOSUL, segurança pública e economia. De outro lado, viu-se uma pré-candidata firme, precisa, conhecedora dos grandes problemas nacionais e das formas de solucioná-los. Os resultados da comparação entre os dois pré-candidatos foram favoráveis a Dilma, como atestaram as três mais recentes pesquisas – Vox Populi, Sensus e Datafolha, que está com a credibilidade arranhada pelos números divergentes apresentados há um mês.

No Sensus, Dilma tem 35,7% de intenção de voto contra 33,2% de Serra; no Vox Populi, 41% a 33%; no Datafolha,  36 e 37%. A pré-candidata Marina Silva fica em torno dos 10%. Na resposta espontânea, Dilma lidera além da margem de erro – tem 21% no Datafolha (em dezembro, tinha 8%), contra 16% de Serra, próximo dos 19% a 15% registrados pelo Vox Populi e dos 19,8% a 14,4% pelo Sensus. Dilma tem crescido em todos os estratos sociais, em todas as regiões do país e em ambos os gêneros.

A inescapável conclusão é que a oposição errou nas análises e táticas até agora utilizadas. Afinal, o eleitor está confrontando Lula com FHC e manifestando intenção de voto em Dilma, ou seja, Lula está transferindo votos e quem gostaria de um terceiro mandato está se decidindo por Dilma. Mas a grande derrota da oposição é que, ao comparar Serra e Dilma, o eleitor está vendo que Dilma é melhor. Com sucessivos erros de avaliação, a oposição parece ver na judicialização do pleito a única solução, o que é um risco à democracia e ao bom ambiente político nacional.

A luta contra os pedágios abusivos

17-06-2010 | Mídia, Política

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Movimento faz Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos em São Paulo
Enviada em 6 de junho de 2010imprimir – enviar para um amigo Agência Reguladora diz que pedágio é o principal recurso para investir na infraestrutura das rodovias sob concessão. Nos últimos doze anos, segundo a Agência, os investimentos somam R$ 17,9 bilhões

1º de julho foi a data escolhida pelo Movimento. Segundo os organizadores, tarifas impõem sérias barreiras aos municípios e atravancam o desenvolvimento econômico, social e cultural

Veja também na Análise do valente: Os modelos de concessão rodoviária no Brasil

Da Redação

As altas tarifas de pedágios no Estado de São Paulo levaram a criação do Movimento Estadual contra os Pedágios Abusivos do Estado de São Paulo, que instituiu 1º de julho como dia da luta contra os altos valores dos pedágios cobrados no estado. Segundo o coordenador do movimento, José Matos, “as ações nasceram para discutir, no âmbito administrativo, jurídico e político, todas as questões que envolvem as concessões de rodovias paulistas”.

Para José Matos, as altas tarifas de pedágios no Estado impõem sérias barreiras aos municípios e atravancam o desenvolvimento econômico, social e cultural. “No trajeto entre uma cidade e outra, parte considerável da riqueza produzida pela Agricultura, Indústria, Comércio e Prestadores de Serviços vão parar nos cofres das concessionárias, sob o manto protetor do Governo do Estado. As rodovias já foram pagas no passado pelos contribuintes e, mesmo assim, cobra-se outorga para sua exploração, encarecendo ainda mais as tarifas.

Até o final de 2009 foram para os cofres do governo cerca de R$ 8,4 bilhões, que não são aplicados na origem de sua arrecadação: pedágio é tarifa (preço público), mas pratica-se como se fosse taxa (imposto), contrariando o ordenamento jurídico brasileiro”, afirma o coordenador.

Nos últimos cinco anos, cerca de 30 milhões de pessoas passaram da classe D para a C, compondo a massa consumidora. “Isso significa mais alimentos e bens de consumo sendo transportados pelo nosso sistema rodoviário. Somados a isso, nunca se vendeu tantos veículos novos por conta de incentivos do Governo Federal e pelo aumento da renda do trabalhador brasileiro. Por conta desses fatores, é indiscutível o crescimento da frota circulante nas rodovias e, como consequência, o aumento do faturamento das concessionárias de pedágio”, diz José Matos.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – Artesp anunciou aumento do repasse do Imposto sobre Serviços – ISS dos pedágios às prefeituras na ordem de 50% no primeiro trimestre de 2010 em relação ao mesmo período de 2009. Para o coordenador do movimento, “se houve aumento das receitas das concessionárias de pedágio, o Governo deve garantir o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos por meio da redução de tarifas aos usuários do sistema rodoviário. Porém, os agentes públicos – desde o governador, secretário de Transportes e diretor da agência reguladora -, têm sido intransigentes, para manter o clientelismo em prejuízo do povo paulista”, critica.

O outro lado

Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – Artesp o aumento no valor de repasse do Imposto sobre Serviços – ISS às prefeituras paulistas não tem relação com o lucro das concessionárias. O valor repassado aumenta todos os anos em razão do reajuste tarifário anual dos pedágios – que reflete o aumento dos insumos do setor; do crescimento do volume de veículos que trafegam na malha rodoviária concedida e da incorporação de mais cinco lotes rodoviários ao Programa de Concessões paulista, o que aumentou o número de Prefeituras beneficiadas com o repasse do ISS de 70 para 250.

Ainda de acordo com informações da Artesp, “nos cinco lotes rodoviários da 2ª etapa do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo já são praticadas tarifas menores que nos demais 12 lotes licitados na primeira etapa com o mesmo nível de investimentos que fez das rodovias de São Paulo as melhores do país”. No caso da SP 070 (Rodovia Ayrton Senna / Carvalho Pinto) a concessão realizada em 2008 propiciou 40,7% de redução tarifária.

A Artesp explica que o pedágio é o principal recurso para investir na infraestrutura das rodovias sob concessão. Nos últimos doze anos os investimentos em obras já realizadas nas rodovias sob concessão somam R$ 17,9 bilhões (valores atualizados). Além disso, a operação e manutenção dessas rodovias exigiu recursos da ordem de R$ 26,8 bilhões no mesmo período. Nas rodovias da 2ª etapa do Programa de Concessões paulista serão investidos outros 8 bilhões de reais em obras de ampliação e modernização. Isso representa um investimento de R$ 4,6 milhões por quilômetro.

Com relação à questão do desenvolvimento, a Artesp encomendou a FIA/USP um estudo para avaliar os impactos socioeconômicos do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo sobre os municípios paulistas que são atendidos pela malha rodoviária concedida. O levantamento considerou os sete primeiros anos do Programa. Nesse período foram criados 796.946 empregos formais nos municípios cortados pelas rodovias concedidas, 37% a mais que no restante do Estado. A Artesp alega ainda que foram criados 55.188 estabelecimentos formais e gerados R$ 29 bilhões em produtos e serviços comercializados nessas regiões, 4% a mais que nos demais municípios.

Agência T1 (Por Érica Neiva)

http://www.agenciat1.com.br/659-movimento-faz-dia-da-luta-contra-os-pedagios-abusivos-em-sao-paulo/

Serra e o dossiês.

14-06-2010 | Artigos, Política

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Não é de hoje que os Tucanos lançam mão deste artifício pra sobretudo desestabilizar seus adversários,ganharem mídia e se passarem por Vítimas dos adversários políticos.
A Campanha da nossa pré Candidata Dilma Rousseff está indo de vento em popa e a oposição começou a perder terreno nesta disputa. As pesquisas mostraram que a sua ascenção não passaria despercebida pelos Tucanos e que eles armariam o Bote.
Dito e feito,pouco antes de sair a Pesquisa Ibope que mostraria que os números favoráveis a nossa Candidata os Tucanos lançam na Net a notícia de um Dossiê elaborado pelo PT para desmoralizar o pré Candidato José Serra.
A pergunta que disparou entre a Militância é por quê?
Porque faríamos um Dossiê se nossa Candidata está com sua campanha no rumo certo. Porque usaríamos este método tão baixo, se somos nós que estamos levando vantagem?
Imediatamente os Colaboradores da nossa Dilma se propuseram a buscar as informações pra derrubar esta invenção Tucana com apenas um motivo. Desestabilizar-nos perante nossos eleitores.
E a farsa Tucana foi aparecendo:

Aberta a temporada de caça aos dossiês e aos grampos, percebe-se o desespero da oposição ao governo Lula e à candidatura de Dilma à Presidência da República, com a repetição das mesmas estratégias de 2006. Os mesmos chavões e ataques sem comprovação da imprensa com o objetivo de distrair a opinião pública das manobras e venalidades cometidas pelo candidato das oligarquias, José Serra/PSDB, que vêm sendo cometidas desde sua triste passagem pelo Ministério da Saúde no governo FHC.
Já são antigas as relações de Serra com a arapongagem e a confecção de dossiês conforme se pode constatar em matéria de 2002 do Correio Braziliense sobre as denúncias contra a empresa Lunus que acabaram com a candidatura de Roseana Sarney, na época pré-candidata à Presidência da República.
Na época, segundo Ciro Gomes, Anthony Garotinho, Paulinho da Força e o falecido deputado José Carlos Martinez, grampos e dossiês eram pedidos e utilizados por Serracom uma rede de cerca de 40 arapongas em São Paulo para comprar e intimidar e/ou afastar pessoas do seu caminho.
Então Ministro da SaúdeJosé Serra contratou a empresa Fence Consultoria Empresarial cujo dono, Enio Gomes Fontenelle, ex-agente do extinto SNI além de craque em espionagem eletrônica.
Na ativa, Enio era especialista em grampos e após aposentar-se aprimorou-se no combate aos mesmos.
Em comum, Serra e Enio têm o conhecido delegado da Polícia Federal Marcelo Itagiba que, além de amigo, foi assessor do tucano em Brasília. Itagiba instalou no Ministério da Saúde uma mini-central de inteligência que contou com a participação dos delegados da PF Onésimo e Hercídio.

E aí está formada a cúpula da arapongagem de Serra que se utilizou, na época, da desculpa de perseguições da Indústria do Tabaco e dos genéricos para pedir os grampos e anti grampos. O detalhe é que os programas antitabagista e o dos genéricos já haviam perdido sua força dois anos atrás.
Fechando o círculo a empresa acusada de vigiar Roseana a Interfort tem em seu dono José Heitor Nunes um amigo de Onézimo.

A partir da “Elite Araponga” muitos dossiês foram elaborados na época e depois disso tornando-se um hábito do candidato tucano utilizar-se deles quando possível. Quando não, não custa nada acusar outrem de criá-los para lançar uma cortina de fumaça sobre seus reais interesses.

CONCLUSÃO
Puxar tapetes parece ser então uma das maiores habilidades desenvolvidas por Serra, o que explica mesmo sua dificuldade em conseguir um vice e conquistar de fato aliados de confiança. Some-se a isto o total sucesso do governo Lula/PT e o crescimento sem precedentes da pré-candidatura Dilma, e teremos uma violenta fábrica de dossiês contra o governo e seus aliados funcionando a todo vapor até outubro.
Lula, Dilma e o PT serão furiosamente fustigados por Serra e sua imprensa, aos quais só resta esta saída por não terem absolutamente nada de bom a apresentar ao povo. Nenhum projeto, nenhum programa que justifique sua ambição pessoal de chegar a presidente.
Lamentável!

Colaboração: Parte do texto extraído do blog http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Katytasv e Equipe:
Líder do Grupo E-mail da Rede MVPT
E-mail: katytasv@gmail.com
mvpetista@gmail.com

Serra e a má gestão.

27-05-2010 | Mídia, Política

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27 de maio de 2010 às 16:24
Butantan nunca fabricou uma dose de vacina contra a gripe
Da Assessoria de imprensa da Bancada do PT na Alesp

Em diligência no final da tarde de ontem (26/5), os deputados do PT, Antonio Mentor (líder da Bancada do PT) e Fausto Figueira (presidente da Comissão de Saúde e Higiene), foram ao Instituto Butantã para apurar a denúncia de que a fábrica de vacinas da gripe comum e H1N1 do local não funciona. Recebidos pelo diretor Otávio Mercadante, houve uma conversa preliminar para entrega de ofício solicitando informações, mas, na ocasião, já foi confirmado pelo diretor que a fábrica não está operando.

Reinaugurada várias vezes pelos sucessivos governos tucanos, conforme constam em notícias publicadas por jornais desde outubro de 1999, a fábrica de vacinas do Instituto Butantã ainda não produziu uma dose sequer de vacina da gripe até hoje.

“Em várias ocasiões, saíram matérias assim na imprensa: ‘mês que vem a fábrica começa a produzir a vacina para dengue’, depois repetiam a mesma história em outro mês. É inaceitável o Butantan não fabricar vacina”, critica Mentor. Segundo o parlamentar, o diretor confirmou que o instituto apenas envasa as vacinas, e não as fabrica.

A produção de vacinas estava prevista para iniciar a produção em 2005, foi adiada para setembro de 2008, passou para março de 2009, depois para setembro, dezembro, março de 2010 e, agora, setembro de 2010. Em 2006, diversos funcionários foram contratados para a produção de vacinas, contudo tiveram de ser realocados para outros setores, tendo em vista que as vacinas não estavam sendo produzidas.

Prejuízos

Os parlamentares relataram denúncias de que diariamente centenas de milhares de ovos de galinha que deveriam servir para fabricação de vacinas da gripe vão para o lixo. Segundo Mentor, ao menos 160 mil ovos chegavam a ser entregue por dia. “Isso pode ter causado grandes prejuízos para o instituto”, alerta o líder da bancada.

Os deputados também questionaram sobre as denúncias de que 14 milhões de doses da vacina H1N1 foram jogadas fora por contaminação durante o processo de envase e que dois lotes da vacina da gripe comum foram inutilizados por não passarem no teste de pirogênio (teste do sistema de água WFI).

Fausto Figueira explicou que também estão sendo aguardadas informações sobre os problemas que ocasionaram o incêndio do último dia 15; números da produção de vacinas de dengue, hepatite B e leishmaniose.

O diretor do instituto, Otávio Mercadante, disse que discutirá o caso com o secretário estadual de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, e prometeu dar uma resposta rápida do porquê a fábrica não está operando.

Blog viomundo

Em Indaiatuba já existe.

21-01-2010 | Mídia, Política

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Postado por Linho.

Serra cobra pedágio na zona rural

Atualizado em 20 de janeiro de 2010 às 19:01 | Publicado em 20 de janeiro de 2010 às 19:00

Pedágio deixa 1,2 mil pessoas ilhadas na zona rural

Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar a taxa para ir ao Centro da cidade

20/01/2010 – 13h35 . Atualizada em 20/01/2010 – 16h42

Gilson Rei
Agência Anhangüera de Notícias, no Cosmo, dica do
Milton Hayek

A instalação do pedágio em Engenheiro Coelho, no Km 159,7 da Rodovia General Milton Tavares de Souza (SP-332), deixou ilhados aproximadamente 1,2 mil moradores da zona rural e de condomínios de três bairros do município — Lagoa Bonita, Parada e Cidade Universitária. A concessionária Rota das Bandeiras bloqueou o acesso a uma estrada municipal que servia como rota de fuga do pedágio e removeu uma rotatória que permitia aos veículos atravessar a rodovia.

As restrições trouxeram transtornos para moradores da região. Eles são obrigados a pagar duas vezes o pedágio (ida e volta) e a percorrer até 15 quilômetros para atravessar a rodovia, trajeto que antes tinha 100 metros, pela rotatória. Outra alternativa dos moradores, a estrada municipal, que liga Engenheiro Coelho ao município de Artur Nogueira, teve o acesso bloqueado com peças de concreto.
 
Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar o pedágio para ir ao Centro da cidade em deslocamentos rotineiros, como para usar serviços, trabalhar, fazer compras e receber atendimento médico.
 
A região isolada pelo pedágio é agrícola, mas abriga também condomínios residenciais, algumas empresas e o Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), onde estudam aproximadamente 5 mil universitários.

O problema é ainda maior para o casal Salino Esperança e Lourdes Aparecida Esperança, proprietários do sítio Lagoa Bonita, cortado ao meio pela rodovia, construída há cinco décadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O pedágio foi instalado no trecho que divide a propriedade e o casal precisa pagar para ir de um lado a outro do sítio.

“Até hoje aguardamos o pagamento da indenização do DER, mas nunca recebemos o dinheiro”, disse Salino Esperança, sobre o trecho desapropriado. “Agora, para completar, entregam a uma concessionária, que instala um pedágio e obriga a gente a pagar até quando vamos cuidar do gado, que fica em nosso sítio, do outro lado da rodovia”, reclamou.

Para atravessar, a família Esperança é obrigada a pagar R$ 3,50 no pedágio, em frente à propriedade, no sentido Campinas-Engenheiro Coelho. Depois, precisa fazer um retorno na rotatória, entrar quase na área urbana de Engenheiro Coelho e voltar para a rodovia. Paga novamente R$ 3,50 no pedágio, no sentido contrário e, finalmente, chega ao outro lado da rodovia. “É um absurdo. A concessionária tem que manter uma rotatória nessa região e isentar a gente de pagar o pedágio”, afirmou Esperança.

Fonte:Blog viomundo.


Indaiatuba sofre com isso há dez anos.

01-01-2010 | Mídia, Política

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31/12/2009 – 11:55h

ROTAS PARA O LITORAL TEM 23 PEDÁGIOS A MAIS. PRESENTE DE SERRA.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/img/3.1.imagem_fimdeano.jpg

Com ampliação do programa de concessão de rodovias em SP, turista pagará mais neste verão em 10 de 12 dos principais trajetos

A maior variação verificada foi no trajeto entre as cidades de Campinas e Caraguatatuba, que custará 70% a mais neste verão

MAURÍCIO SIMIONATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS
FÁBIO AMATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Os paulistas que pretendem viajar de carro em direção ao litoral do Estado para aproveitar o verão vão ter de preparar, além das malas, os bolsos.
Com o programa de concessão de rodovias promovido pela administração José Serra (PSDB), foram criadas, apenas neste ano, ao menos mais 23 praças de pedágio. Além disso, em julho passado o valor das tarifas cobradas pelas concessionárias foi reajustado.
A Folha simulou 12 trajetos em direção ao litoral do Estado partindo de seis cidades paulistas (São Paulo, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Bauru e Campinas). E calculou a despesa que o motorista vai ter com pedágio -em dez trajetos o custo aumentou em relação ao verão passado; em dois, caiu.
A maior variação verificada foi no trajeto entre Campinas (95 km de São Paulo) e Caraguatatuba. Com a concessão da rodovia D. Pedro 1º e a criação de três novas praças de pedágio, o custo da viagem saltou 70%: de R$ 24,60 para 41,80.
A reportagem verificou também que, em alguns casos, a despesa da viagem para o litoral, ida e volta, pode superar 1/ 3 de um salário mínimo (R$ 465). É o que ocorre com o turista que mora na cidade de Presidente Prudente (565 km a oeste de São Paulo).
Para chegar a Santos e depois voltar para casa, num trajeto total de 1.258 km, ele pode ter de desembolsar até R$ 156,60 em pedágio, dependendo das rodovias que acessar.
No verão passado, o mesmo turista pagou bem menos: R$ 104. A diferença se deve à concessão de rodovias como a Raposo Tavares e ao início da operação de mais sete praças de cobrança na região.
Em alguns trechos, entretanto, os motoristas vão desembolsar menos em relação a 2008. A viagem entre São Paulo e Caraguatatuba caiu 40,2% após a concessão das rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto, de R$ 22,10 para R$ 13,20.
Os pedágios paulistas são reajustados ou pelo IGPM ou pelo IPCA, dependendo do contrato. Em 2009, o IGPM fechou em -1,72%. Já o IPCA ainda não fechou; a estimativa é que fique em +4,3%.

Protesto
No interior paulista, empresários, moradores e políticos formaram um comitê popular contra os pedágios -que organiza abaixo-assinados, carreatas e bloqueio de estradas.
Na semana passada, por exemplo, cerca de 300 veículos participaram de uma carreata contra pedágios nas cidades de Paulínia e de Cosmópolis, na região de Campinas.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Paulínia, Wilson Machado, que também é um dos coordenadores do comitê antipedágio, disse que alguns empresários já falam em deixar a cidade por causa de três novas praças que começaram a funcionar recentemente em estradas nas proximidades do município.
“Essa taxação excessiva dos pedágios reflete também no bolso do cidadão que não tem automóvel, pois essas cobranças influenciam no preço do transporte dos alimentos”, diz.
O governo paulista diz que não considera alto o custo dos pedágios nas estradas.
Afirma também que a tarifa é o principal recurso para ampliar e modernizar a malha rodoviária, ressaltando que, a prova do sucesso do modelo paulista é o fato de que 15 rodovias do Estado figuram nas lista das melhores do país.

http://guilhermelisboa.files.wordpress.com/2009/07/serra-pedagio.png?w=556&h=281

 Fonte: Blog do Luiz Favre.

E agora, Caetano?

26-11-2009 | Artigos, Mídia, Política

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Candido Mendes: Caetano perdido no Brasil de Lula

Atualizado em 26 de novembro de 2009 às 14:00 | Publicado em 26 de novembro de 2009 às 13:36

Candido Mendes – Jornal do Brasil – 25/11/2009
Até onde convive com a democracia o excesso da popularidade presidencial? O exemplo de Lula ao reforçar o seu ineditismo é o de que só avança na aprovação política o presidente que renunciou a toda a veleidade de um terceiro mandato, e chega a esses dados únicos de aprovação em fins de seu segundo governo.

Não há que repetir como os países lá fora, a partir do próprio Obama, mostrem o nosso capital de respeito internacional. É o roldão que acossa o status quo nacional, enraizado na oposição proverbial que parece, de vez, perder o pé entre nós. Ou fecha-se a todos os “olhos de ver” e explode em despautérios melancólicos, como vem de fazer o atarantado Caetano Veloso, chamando Lula de analfabeto e cafajeste.

É frase de quem fala de seu quintal bem instalado, e insulta o presidente que mudou a escala da prosperidade brasileira. Trouxe a população de uma Colômbia para a nossa economia de mercado e se vê reconhecido por todos os grupos e segmentos da nova mobilidade nacional. A grosseria nada tem a ver com sentimentos de classe média, que hoje já responde por 56% da nossa população.

O novo e inédito comando de Lula não é o de um carisma clássico, em que uma coletividade delega a um fuehrer, ou a um chefe da hora, o exercício ou forra de sua expectativa coletiva. O “Lula lá” é a do povo todo que chegou ao Planalto, e que hoje na sua solidariedade independe de partido, de poderes corporativos sindicais e desarma todos os cálculos de um ganha e perde do rondó político tucano.

A palavra diária do presidente, que não ensina, nem prega, mas tem o dom da consonância com o que o povo quer ouvir, não como consolo, mas o passo a passo – e o PAC o assegura – deste Brasil que se sabe no poder, e o frui. Há, sim, um tom de repente no que ouvimos todo dia, mas é também o de uma reflexão em marcha, que criou este coloquial único de entendimento que nada tem mais a ver com a fala “bem” do país dos hierarcas. O novo é muitas vezes o óbvio, sim. Mas esse que se reautentica tão só por quem pode dizê-lo.

O país que vai às urnas em 2010 tem na sua cabeça novas e legítimas razões de apoio ao governo que descartou por inteiro o que diga o palanque das oposições vociferando contra os ditos analfabetos e cafajestes. O nouveau richismo verbal de Caetano só mostra como se perdeu no Brasil de Lula, este que sabe para onde não quer voltar, e de como vai adiante, nas certezas do país da mudança e não do vedetismo deslumbrado.

Candido Mendes é presidente do senior board do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Justiça e Paz. 
 

 Fonte: blog viomundo

Pinóquio.

24-11-2009 | Política, Prefeitura de Indaiatuba

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Postado por Linho.

O Jornalista Rubinho Queiróz, num excelente trabalho estatístico, desmonta a versão da Administração Reinaldo Nogueira de que os roubos de veículos caíram 34%. Confira.

ESTATÍSTICA

Assustador!

Roubos em residências batem em 400%!!

Em Outubro de 2009 aconteceram 15 roubos, contra três casos em 2008.

Os casos de furtos de veículos ficaram assim: de Janeiro a Outubro de 2008 foram levados pelos puxadores 879 veículos, contra 638 em igual período de 2009, com queda, então, de 27.4 %.

Os roubos apresentaram aumento, se comparado com o nono mês de 2009: foram 26 casos em Setembro, contra 28 em Outubro aumento de 7.7%, mas quando a comparação é feita no mesmo período do ano passado os roubos disparam de 19 em Outubro de 2008, contra os 28 de 2009, aumento de 47.4%.

O aumento dos casos de roubos de veículos em 2009 foi mantido em Outubro. Em 2008, entre Janeiro e Outubro, a polícia de Indaiatuba registrou 178 casos de roubos de veículos contra 269 em 2009 o aumento é de 51.1 %.

 Acompanhe a tabela de evolução dos roubos de veículos.

2008                                                          2009

Janeiro           21                                         33

Fevereiro       16                                         28

Março            21                                         25

Abril              22                                         26

Maio              17                                         28

Junho             14                                         18

Julho              22                                         26

Agosto           08                                         31

Setembro       18                                         26

Outubro         19                                         28

Roubos em residências sobem 400%, furtos chegam a 1.600% !!

Apesar de apresentar ligeira queda nos casos de roubos em residências em Outubro, os furtos em residências subiram 61.9%, ou seja, no 10º mês de 2009 foram praticados 34 furtos em residências contra 21 em Setembro. Porém, quando abrimos o leque e compararmos com o mesmo período do ano passado a situação é alarmante. Em Outubro do ano passado foram elaborados dois boletins de ocorrências de furtos em residências, e outros três de roubos em residências. Em Outubro deste ano ocorreram 34 casos de furtos o que representou aumento de 1600%, os roubos chegaram aos 15 registros, portanto no período o aumento foi de exatos 400%. Somente para ilustrar um pouco mais a situação dessa modalidade de crime, em todo o ano de 2008 Indaiatuba assistiu a 73 casos de roubos em residências, contra 154 registros entre Janeiro a Outubro aumento real de 110.9%, em comparação com o ano todo de 2008.

A vida do funcionalismo em jogo.

16-11-2009 | Câmara Municipal, Política, Vídeos

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Postado no Youtube por “O Fim do Silêncio“.

Comentário (Linho): O projeto aprovado ainda renderá muitas discussões e suscitará muitas dúvidas. Faltou debate.

Serra se iguala a Maluf.

13-11-2009 | Educação, Política

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Postado por Linho.

Serra escolhe 2º colocado em votação para reitor da USP

O professor João Grandino Rodas foi escolhido pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para o cargo de reitor da USP – Universidade de São Paulo

Rodas disputava o cargo com Glaucius Oliva e Armando Corbani Ferraz – ambos receberam apoio extraoficial da atual reitora, Suely Vilela, com quem Serra possui divergências. O escolhido pelo governador foi o segundo mais votado.

Serra tem autonomia para escolher qualquer um dos três candidatos. Mas, tradicionalmente, a escolha recai sobre o primeiro da lista – a última vez que a tradição foi quebrada ocorreu em 1981, quando o então governador Paulo Maluf optou por Antônio Hélio Vieira, quarto de uma lista sêxtupla feita na época.

O escolhido por Serra causou muita polêmica no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico) quando se posicionou contrariamente ao voto de colegas que foram contra a compra da Garoto pela Nestlé. Ele era presidente daquele como e agiu como um advogado, não como juiz e,  a partir desse epsódio, enfraquecendo a imagem do CADE na sua área principal, o direito econômico.