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Postado por Linho.
Serra cobra pedágio na zona rural
Atualizado em 20 de janeiro de 2010 às 19:01 | Publicado em 20 de janeiro de 2010 às 19:00
Pedágio deixa 1,2 mil pessoas ilhadas na zona rural
Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar a taxa para ir ao Centro da cidade
20/01/2010 – 13h35 . Atualizada em 20/01/2010 – 16h42
Gilson Rei
Agência Anhangüera de Notícias, no Cosmo, dica do Milton Hayek
A instalação do pedágio em Engenheiro Coelho, no Km 159,7 da Rodovia General Milton Tavares de Souza (SP-332), deixou ilhados aproximadamente 1,2 mil moradores da zona rural e de condomínios de três bairros do município — Lagoa Bonita, Parada e Cidade Universitária. A concessionária Rota das Bandeiras bloqueou o acesso a uma estrada municipal que servia como rota de fuga do pedágio e removeu uma rotatória que permitia aos veículos atravessar a rodovia.
As restrições trouxeram transtornos para moradores da região. Eles são obrigados a pagar duas vezes o pedágio (ida e volta) e a percorrer até 15 quilômetros para atravessar a rodovia, trajeto que antes tinha 100 metros, pela rotatória. Outra alternativa dos moradores, a estrada municipal, que liga Engenheiro Coelho ao município de Artur Nogueira, teve o acesso bloqueado com peças de concreto.
Os moradores reclamam que estão ilhados e que precisam pagar o pedágio para ir ao Centro da cidade em deslocamentos rotineiros, como para usar serviços, trabalhar, fazer compras e receber atendimento médico.
A região isolada pelo pedágio é agrícola, mas abriga também condomínios residenciais, algumas empresas e o Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), onde estudam aproximadamente 5 mil universitários.
O problema é ainda maior para o casal Salino Esperança e Lourdes Aparecida Esperança, proprietários do sítio Lagoa Bonita, cortado ao meio pela rodovia, construída há cinco décadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O pedágio foi instalado no trecho que divide a propriedade e o casal precisa pagar para ir de um lado a outro do sítio.
“Até hoje aguardamos o pagamento da indenização do DER, mas nunca recebemos o dinheiro”, disse Salino Esperança, sobre o trecho desapropriado. “Agora, para completar, entregam a uma concessionária, que instala um pedágio e obriga a gente a pagar até quando vamos cuidar do gado, que fica em nosso sítio, do outro lado da rodovia”, reclamou.
Para atravessar, a família Esperança é obrigada a pagar R$ 3,50 no pedágio, em frente à propriedade, no sentido Campinas-Engenheiro Coelho. Depois, precisa fazer um retorno na rotatória, entrar quase na área urbana de Engenheiro Coelho e voltar para a rodovia. Paga novamente R$ 3,50 no pedágio, no sentido contrário e, finalmente, chega ao outro lado da rodovia. “É um absurdo. A concessionária tem que manter uma rotatória nessa região e isentar a gente de pagar o pedágio”, afirmou Esperança.
Fonte:Blog viomundo.






Já conheci o procedimento da cobrança de pedágio, por km rodado. Funciona muito bem. Então nossa luta além de todos os movimentos já feitos, que foram e são legítimos, precisamos também turbinar essa tese. Se vou a Salto, pago um valor. Se vou a Itú, devo pagar um pouquinho a mais, pois são uns 8 km a mais. O que não faz sentido aos usuários que moram em Indaiatuba, é terem que pagar esse valor escorchante de 8,80 para ir a Campinas e novamente 8,80 para voltar. Então a soma será de 17,60. Mas agora temos um novo critério: ganha uma licitação para explorar uma praça de pedágio, a empresa que oferecer a MENOR tarifa. Esse critério está crescendo nas estradas federais. Existem várias praças de pedágio, novas na Rod. Fernão Dias que liga São Paulo a Belo Horizonte, com quase 500 km e que cobram em média 1,20 por praça. Esse critério de ganhar uma concorrência, a empresa que cobrar a menor tarifa, começou no setor elétrico, sob a batuta da então Ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff quando da licitação para exploração de linhas de transmissão. Depois o mesmo critério foi implantado nas rodovias federais, com sucesso. Precisamos perseverar na luta pela redução desses valores que tiram o pão da mesa dos nossos companheiros e lutar para que esse novo critério seja implantado no Estado de são Paulo. E para que isso aconteça, teremos que derrubar os tucanos do Governo de São Paulo, em outubro próximo.
E o pedágio do desvio? até quando vai continuar funcionando??
Estamos na reta final da luta para acabar com ele ou passar isentos na paraça principal.
Será que estamos na reta final, já percebi que as coisas em Indaiatuba acontecem em uma velocidade um pouco menor que outros lugares.Vide pedágio de Jaguariúna que já foi desmembrado e o de Indaiatuba nada ainda…
Talvez você tenha razão, Carla.
Se o “deputado” de nossa cidade não fosse apenas servil ao Governador, já teríamos alcançado nosso objetivo.
Mas, continuamos nessa luta, e o dia 1º de Julho promete.