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Cobrança por protocolo na Prefeitura de Indaiatuba é ilegal

06-01-2010 | Sem categoria

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Comentário: Essa inconstitucionalidade foi inaugurada na Era Reinaldo, em 1997.

Indaiatuba sofre com isso há dez anos.

01-01-2010 | Mídia, Política

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31/12/2009 – 11:55h

ROTAS PARA O LITORAL TEM 23 PEDÁGIOS A MAIS. PRESENTE DE SERRA.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/img/3.1.imagem_fimdeano.jpg

Com ampliação do programa de concessão de rodovias em SP, turista pagará mais neste verão em 10 de 12 dos principais trajetos

A maior variação verificada foi no trajeto entre as cidades de Campinas e Caraguatatuba, que custará 70% a mais neste verão

MAURÍCIO SIMIONATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPINAS
FÁBIO AMATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Os paulistas que pretendem viajar de carro em direção ao litoral do Estado para aproveitar o verão vão ter de preparar, além das malas, os bolsos.
Com o programa de concessão de rodovias promovido pela administração José Serra (PSDB), foram criadas, apenas neste ano, ao menos mais 23 praças de pedágio. Além disso, em julho passado o valor das tarifas cobradas pelas concessionárias foi reajustado.
A Folha simulou 12 trajetos em direção ao litoral do Estado partindo de seis cidades paulistas (São Paulo, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Bauru e Campinas). E calculou a despesa que o motorista vai ter com pedágio -em dez trajetos o custo aumentou em relação ao verão passado; em dois, caiu.
A maior variação verificada foi no trajeto entre Campinas (95 km de São Paulo) e Caraguatatuba. Com a concessão da rodovia D. Pedro 1º e a criação de três novas praças de pedágio, o custo da viagem saltou 70%: de R$ 24,60 para 41,80.
A reportagem verificou também que, em alguns casos, a despesa da viagem para o litoral, ida e volta, pode superar 1/ 3 de um salário mínimo (R$ 465). É o que ocorre com o turista que mora na cidade de Presidente Prudente (565 km a oeste de São Paulo).
Para chegar a Santos e depois voltar para casa, num trajeto total de 1.258 km, ele pode ter de desembolsar até R$ 156,60 em pedágio, dependendo das rodovias que acessar.
No verão passado, o mesmo turista pagou bem menos: R$ 104. A diferença se deve à concessão de rodovias como a Raposo Tavares e ao início da operação de mais sete praças de cobrança na região.
Em alguns trechos, entretanto, os motoristas vão desembolsar menos em relação a 2008. A viagem entre São Paulo e Caraguatatuba caiu 40,2% após a concessão das rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto, de R$ 22,10 para R$ 13,20.
Os pedágios paulistas são reajustados ou pelo IGPM ou pelo IPCA, dependendo do contrato. Em 2009, o IGPM fechou em -1,72%. Já o IPCA ainda não fechou; a estimativa é que fique em +4,3%.

Protesto
No interior paulista, empresários, moradores e políticos formaram um comitê popular contra os pedágios -que organiza abaixo-assinados, carreatas e bloqueio de estradas.
Na semana passada, por exemplo, cerca de 300 veículos participaram de uma carreata contra pedágios nas cidades de Paulínia e de Cosmópolis, na região de Campinas.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Paulínia, Wilson Machado, que também é um dos coordenadores do comitê antipedágio, disse que alguns empresários já falam em deixar a cidade por causa de três novas praças que começaram a funcionar recentemente em estradas nas proximidades do município.
“Essa taxação excessiva dos pedágios reflete também no bolso do cidadão que não tem automóvel, pois essas cobranças influenciam no preço do transporte dos alimentos”, diz.
O governo paulista diz que não considera alto o custo dos pedágios nas estradas.
Afirma também que a tarifa é o principal recurso para ampliar e modernizar a malha rodoviária, ressaltando que, a prova do sucesso do modelo paulista é o fato de que 15 rodovias do Estado figuram nas lista das melhores do país.

http://guilhermelisboa.files.wordpress.com/2009/07/serra-pedagio.png?w=556&h=281

 Fonte: Blog do Luiz Favre.

Educação vergonhosa.

31-12-2009 | Artigos, Educação, Mídia

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Postado por Linho

31/12/2009 – 13:56

As dúvidas sobre a progressão continuada

Por Gustavo Cherubine

Pessoal, excelente o artigo escrito por um professor da rede estadual de educação paulista e publicado no estadão de hoje.

A fsp nunca publicaria algo assim.

Desmonta qualquer propaganda que queiram fazer sobre a educação em São Paulo.

Gustavo Cherubine

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091231/not_imp488986,0.php

Ensinando impunidade

Luís Fernando de Lima Júnior

De acordo o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em todo o Brasil, considerando as redes públicas estaduais, São Paulo ocupa a terceira colocação. No entanto, com um resultado de 4 como média para os ensinos fundamental e médio, não temos o que comemorar.

Desde a implantação da estrutura curricular de ciclos de quatro anos em regime de progressão continuada na rede de ensino básico do Estado de São Paulo, a realidade do cotidiano escolar aponta na direção de um aumento nos casos de indisciplina e violência dentro da escola. Talvez um dos efeitos mais nefastos desses 12 anos de uma política educacional equivocada seja a desconstrução de um dos principais valores da escola: o estudo. A necessidade de estudar para garantir a aprovação por boas notas foi substituída pela falta de perspectiva. Os alunos podem fazer o que quiserem na escola que sua aprovação está garantida.

 Sem apologia ao passado, percebe-se que a pressão exercida sobre os estudantes, quanto à obrigação de se apresentar resultados, fazia os alunos demonstrarem melhor rendimento escolar, propiciando-lhes maior preparo para a competição do mercado de trabalho. Reconhecendo que essa pressão era, muitas vezes, exagerada, não se pode negar que tal necessidade desenvolvia nos alunos uma qualidade e um senso de responsabilidade que já não existem.

Com a radicalização de uma interpretação da progressão continuada, que em sua proposta original não excluía a retenção dos alunos com graves defasagens de aprendizagem, criou-se um vício que desestrutura a capacidade de aprender sozinho pelo estudo – justamente a principal habilidade requerida pela sociedade contemporânea.

Em razão disso, nossas crianças cresceram acreditando que não precisavam dedicar-se aos estudos, pois sua aprovação era apenas uma questão de tempo. Mesmo que ultrapassassem o limite legal de faltas, teriam ainda a possibilidade de compensá-las de uma forma simples e facilitada.

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9394/96), a educação básica em todo o País deverá ter, no ensino fundamental e no ensino médio, uma carga horária mínima de 800 horas divididas em 200 dias letivos, com frequência mínima do aluno para aprovação de 75%, devendo a escola notificar os pais, o Conselho Tutelar e o promotor competente sobre os excessos de faltas dos alunos menores. A redação da lei é clara: mesmo que se adote o regime de progressão continuada, a promoção do aluno está condicionada ao cumprimento da frequência mínima no ano letivo.

Em vez disso, a maioria das escolas da rede pública simplesmente compensa a ausência desses alunos pela realização de trabalhos escritos, referentes ao conteúdo perdido, sem mesmo questionar as razões do excesso de faltas. Nos casos envolvendo alunos menores, os pais chegam a ser comunicados, mas a prática do trabalho é a mesma. Muitas vezes não existe um critério para orientação e regulamentação dessas atividades.

Será mesmo que um trabalho escrito (muitas vezes copiado da internet sem nenhuma leitura ou reflexão, para ser impresso e entregue ao professor, sem que se tenha a preocupação de retirar as propagandas e o endereço eletrônico da página reproduzida) realmente compensa as explicações e o conteúdo perdidos em sala de aula?

Formados num ambiente pedagógico que não estimula o desempenho, os alunos com defasagem de aprendizagem são aprovados pela progressão continuada, mas não conseguem acompanhar seus colegas de sala de aula. Desestimulados e sentindo-se inferiorizados, manifestam apatia em relação aos estudos, o que tende a agravar ainda mais a situação, pois para sua autoestima é melhor acreditar que não querem do que admitir que não são capazes.

Com isso, indisciplina e violência explodem, já que a escola não consegue demonstrar um sentido para os estudos e as famílias não conseguem exercer sua autoridade, tornando professores e alunos reféns de um grupo de indivíduos, confusos e sem perspectivas, que, amontoados em salas de aula lotadas, interferem no desempenho escolar de todos os estudantes.

Sem a percepção de um objetivo para os estudos e sem as consequências disciplinares para suas atitudes, os alunos aprendem o pleno exercício da impunidade, acreditando que não existe consequência para seus atos e que mesmo em situações mais graves tudo pode ser resolvido com brincadeira.
Será mesmo possível convencer crianças e adolescentes sobre a importância de estudar e de frequentar as aulas, se a própria escola permite que sejam promovidos com rendimento e frequência insuficientes? Para qualquer estudante que questione essa situação a resposta soa como mais um incentivo para não se preocupar com os estudos.

E nesse contexto, o que faz o sistema? Além de propor paliativos como um manual de conduta para estudantes, ou impor uma série de medidas restritivas aos professores, como se fossem a única causa do problema, o Estado demonstra o seu ponto de vista nas propagandas institucionais, mas não modifica a política educacional que está na essência do problema.

Não é por acaso que nenhuma escola particular conceituada adota a progressão continuada. Não é por acaso que, de acordo com os números do Seade, atualmente a maior parcela da população economicamente ativa do Estado que enfrenta o desemprego tem entre 18 e 29 anos. São justamente os frutos dessa política.

Trata-se de uma geração condenada ao subemprego por não ter condições de se integrar ao mercado de trabalho competitivo. Pessoas jovens que não aprenderam a noção de regras e de consequências para seus atos, que certamente pesarão no orçamento de programas sociais do governo.

Luís Fernando de Lima Júnior é professor de História
em São José dos Campos

Autor: luisnassif – Categoria(s): Educação Tags: ,

Eu avisei.

16-12-2009 | Prefeitura de Indaiatuba

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Matéria do Jornal Regional 2ª Edição da EPTV (15/12/2009), sobre o desvio de finalidade do CAT.

Essa é do Chapéu (8)

08-12-2009 | Do Chápeu

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Postado por Linho.

O honesto e íntegro José Roberto Arruda (DEM), Governador do Distrito Federal, amigo do Serra, foi idolatrado por algumas figuras íntegras e honestas da política nacional.

 Em 2008, foi editado o livro “Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo”.
 
Uma das orelhas da publicação é recheada com verdadeiras “pérolas”, na forma de elogios. Olha só quem são os autores (grandes amigos do Arruda e do Serra):
 
1 – O ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso: “Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional”.
 
2 – O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM): “Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelo Democratas”.
 
3 – O senador Álvaro Dias (PSDB-PR): “Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou àquele partido”. Que coisa!

4 – O senador Heráclito Fortes (DEM-PI): “Parabenizo o governador José Roberto Arruda por suas ações moralizadoras” -

O Governador Arruda aguarda a solidariedade desses amigos nessa hora dificil.

Certamente, eles não abandonarão o Arruda, exemplo ímpar de moralidade….

Coisa de bichos.

27-11-2009 | Artigos, Cultura

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Postado por Linho.

CACHORRO VELHO

Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho vira-lata com ela.

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.

Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço…

O cachorro velho pensa:
“Oh, oh! Estou mesmo enrascado!” Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador….

Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: “Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí?”

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
“Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco! O velho vira-lata quase me pega!”

Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum…

E assim foi rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:
 “Aí tem coisa!”

O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo. O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: “Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!”

Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
 “E agora, o que é que eu posso fazer?”

Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
“Cadê o fdp daquele macaco? Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e  não chega nunca!”

Moral da história: não mexa com cachorro velho… Idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga.

Sabedoria só vem com idade e experiência.

Se você não mandar essa fábula a 5 ‘velhos’ amigos já, já, haverá menos 5 pessoas rindo no mundo.
É claro que eu não estou, de modo algum, insinuando que você esteja velho. Apenas um tantinho assim mais experiente.

Comentário: Recebi um e-mail com essa “pérola”.  Gostei. Acho que você também gostou.

E agora, Caetano?

26-11-2009 | Artigos, Mídia, Política

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Candido Mendes: Caetano perdido no Brasil de Lula

Atualizado em 26 de novembro de 2009 às 14:00 | Publicado em 26 de novembro de 2009 às 13:36

Candido Mendes – Jornal do Brasil – 25/11/2009
Até onde convive com a democracia o excesso da popularidade presidencial? O exemplo de Lula ao reforçar o seu ineditismo é o de que só avança na aprovação política o presidente que renunciou a toda a veleidade de um terceiro mandato, e chega a esses dados únicos de aprovação em fins de seu segundo governo.

Não há que repetir como os países lá fora, a partir do próprio Obama, mostrem o nosso capital de respeito internacional. É o roldão que acossa o status quo nacional, enraizado na oposição proverbial que parece, de vez, perder o pé entre nós. Ou fecha-se a todos os “olhos de ver” e explode em despautérios melancólicos, como vem de fazer o atarantado Caetano Veloso, chamando Lula de analfabeto e cafajeste.

É frase de quem fala de seu quintal bem instalado, e insulta o presidente que mudou a escala da prosperidade brasileira. Trouxe a população de uma Colômbia para a nossa economia de mercado e se vê reconhecido por todos os grupos e segmentos da nova mobilidade nacional. A grosseria nada tem a ver com sentimentos de classe média, que hoje já responde por 56% da nossa população.

O novo e inédito comando de Lula não é o de um carisma clássico, em que uma coletividade delega a um fuehrer, ou a um chefe da hora, o exercício ou forra de sua expectativa coletiva. O “Lula lá” é a do povo todo que chegou ao Planalto, e que hoje na sua solidariedade independe de partido, de poderes corporativos sindicais e desarma todos os cálculos de um ganha e perde do rondó político tucano.

A palavra diária do presidente, que não ensina, nem prega, mas tem o dom da consonância com o que o povo quer ouvir, não como consolo, mas o passo a passo – e o PAC o assegura – deste Brasil que se sabe no poder, e o frui. Há, sim, um tom de repente no que ouvimos todo dia, mas é também o de uma reflexão em marcha, que criou este coloquial único de entendimento que nada tem mais a ver com a fala “bem” do país dos hierarcas. O novo é muitas vezes o óbvio, sim. Mas esse que se reautentica tão só por quem pode dizê-lo.

O país que vai às urnas em 2010 tem na sua cabeça novas e legítimas razões de apoio ao governo que descartou por inteiro o que diga o palanque das oposições vociferando contra os ditos analfabetos e cafajestes. O nouveau richismo verbal de Caetano só mostra como se perdeu no Brasil de Lula, este que sabe para onde não quer voltar, e de como vai adiante, nas certezas do país da mudança e não do vedetismo deslumbrado.

Candido Mendes é presidente do senior board do Conselho Internacional de Ciências Sociais da Unesco, membro da Academia Brasileira de Letras e da Comissão de Justiça e Paz. 
 

 Fonte: blog viomundo

Essa é do Chapéu (7).

24-11-2009 | Do Chápeu

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Postado por Linho.

“A mãe quer deixar a criança na creche e ir ao shopping, ou fazer ginástica. É direito dela, mas isso não pode comprometer todo o orçamento de uma cidade.”

Prefeito Reinaldo Nogueira, no Correio Popular – 18/11/2009.

Comentário: Isso demonstra que a visão que o Prefeito tem da Educação Infantil é muito tosca, pequena, estreita e mesquinha. O Direito à creche é da criança, e não da mãe.

Para o Prefeito, o direito das crianças compromete o orçamento da cidade. Que pequenez!

Pinóquio.

24-11-2009 | Política, Prefeitura de Indaiatuba

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Postado por Linho.

O Jornalista Rubinho Queiróz, num excelente trabalho estatístico, desmonta a versão da Administração Reinaldo Nogueira de que os roubos de veículos caíram 34%. Confira.

ESTATÍSTICA

Assustador!

Roubos em residências batem em 400%!!

Em Outubro de 2009 aconteceram 15 roubos, contra três casos em 2008.

Os casos de furtos de veículos ficaram assim: de Janeiro a Outubro de 2008 foram levados pelos puxadores 879 veículos, contra 638 em igual período de 2009, com queda, então, de 27.4 %.

Os roubos apresentaram aumento, se comparado com o nono mês de 2009: foram 26 casos em Setembro, contra 28 em Outubro aumento de 7.7%, mas quando a comparação é feita no mesmo período do ano passado os roubos disparam de 19 em Outubro de 2008, contra os 28 de 2009, aumento de 47.4%.

O aumento dos casos de roubos de veículos em 2009 foi mantido em Outubro. Em 2008, entre Janeiro e Outubro, a polícia de Indaiatuba registrou 178 casos de roubos de veículos contra 269 em 2009 o aumento é de 51.1 %.

 Acompanhe a tabela de evolução dos roubos de veículos.

2008                                                          2009

Janeiro           21                                         33

Fevereiro       16                                         28

Março            21                                         25

Abril              22                                         26

Maio              17                                         28

Junho             14                                         18

Julho              22                                         26

Agosto           08                                         31

Setembro       18                                         26

Outubro         19                                         28

Roubos em residências sobem 400%, furtos chegam a 1.600% !!

Apesar de apresentar ligeira queda nos casos de roubos em residências em Outubro, os furtos em residências subiram 61.9%, ou seja, no 10º mês de 2009 foram praticados 34 furtos em residências contra 21 em Setembro. Porém, quando abrimos o leque e compararmos com o mesmo período do ano passado a situação é alarmante. Em Outubro do ano passado foram elaborados dois boletins de ocorrências de furtos em residências, e outros três de roubos em residências. Em Outubro deste ano ocorreram 34 casos de furtos o que representou aumento de 1600%, os roubos chegaram aos 15 registros, portanto no período o aumento foi de exatos 400%. Somente para ilustrar um pouco mais a situação dessa modalidade de crime, em todo o ano de 2008 Indaiatuba assistiu a 73 casos de roubos em residências, contra 154 registros entre Janeiro a Outubro aumento real de 110.9%, em comparação com o ano todo de 2008.

A vida do funcionalismo em jogo.

16-11-2009 | Câmara Municipal, Política, Vídeos

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Postado no Youtube por “O Fim do Silêncio“.

Comentário (Linho): O projeto aprovado ainda renderá muitas discussões e suscitará muitas dúvidas. Faltou debate.