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Serra se iguala a Maluf.

13-11-2009 | Educação, Política

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Postado por Linho.

Serra escolhe 2º colocado em votação para reitor da USP

O professor João Grandino Rodas foi escolhido pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para o cargo de reitor da USP – Universidade de São Paulo

Rodas disputava o cargo com Glaucius Oliva e Armando Corbani Ferraz – ambos receberam apoio extraoficial da atual reitora, Suely Vilela, com quem Serra possui divergências. O escolhido pelo governador foi o segundo mais votado.

Serra tem autonomia para escolher qualquer um dos três candidatos. Mas, tradicionalmente, a escolha recai sobre o primeiro da lista – a última vez que a tradição foi quebrada ocorreu em 1981, quando o então governador Paulo Maluf optou por Antônio Hélio Vieira, quarto de uma lista sêxtupla feita na época.

O escolhido por Serra causou muita polêmica no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico) quando se posicionou contrariamente ao voto de colegas que foram contra a compra da Garoto pela Nestlé. Ele era presidente daquele como e agiu como um advogado, não como juiz e,  a partir desse epsódio, enfraquecendo a imagem do CADE na sua área principal, o direito econômico.

Mais do mesmo, piorado.

12-11-2009 | Educação, Prefeitura de Indaiatuba

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Postado por Linho.

Em 2007, a Secretaria Municipal da Educação abriu uma concorrência para comprar cartilhas.

Tinha características de licitação viciada, e o valor beirava R$ 4.000.000,00.

Eu, como Diretor da APEOESP, a Professora Rosiana Godoy, representante do magistério municipal junto ao sindicato, e as professores de base Kelli e Jaqueline, denunciamos essa fraude à Tribuna de Indaiá, e a SEME recuou e cancelou a licitação, após a publicação da matéria jornalística.

Porém, como o “lobo não perde o vício”, talvez ocorra uma nova tentativa tentadora.

A Concorrência 02/09, cujo edital resumido foi publicado na Imprensa Oficial do Município, edição 543, página 6, aliada à matéria que circulará no fim de semana, talvez ajudem os cidadãos e cidadãs a entenderem melhor a possível trama.

Aguardemos.

Desorganização.

09-11-2009 | Educação

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Postado por Linho.

Governo adia

Saresp às vésperas

da prova

Mais uma vez, o governo de São Paulo e a Secretaria da

Educação comprovam a total falta de compromisso com a

escola pública: às vésperas da realização do Saresp, com

envolvimento obrigatório de milhares de estudantes, adiaram a

prova.

Em nota divulgada na página da Internet, responsabilizam a

empresa vencedora da licitação pelo adiamento. Diz a nota: “A

medida foi tomada depois que o Centro de Políticas Públicas e

Avaliação da Educação (CAEd), empresa que venceu a licitação

para realização do Saresp, avisou à Secretaria de Estado da Educação

que não conseguiria cumprir os prazos definidos pelo contrato,

inviabilizando a data programada inicialmente.” Às vésperas

do evento?

Ainda segundo a nota, as provas devem acontecer nos dias 17,

18 e 19 de novembro.

Além do desrespeito com toda a comunidade escolar, a equipe

da Secretaria da Educação reforça um perfil de desorganização

na condução de uma das mais importantes secretarias de

Estado. Confirma, mais uma vez, uma profunda incompetência

para gerir o maior sistema educacional de nosso país. Mais um

lastimável exemplo da falta de compromisso com a escola pública

em São Paulo.

O tempo e a razão.

29-10-2009 | Artigos

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Postado por Linho.

Os jornais que circularam nesta quarta (28/10) publicaram de maneira tímida que, segundo a conclusão final da Polícia Federal, a causa decisiva do desastre da TAM em julho de 2007, em São Paulo, foi a posição incorreta do manete direito, que controla a potência da turbina direita do avião. Agora.

Mas nos dias que se seguiram à tragédia, o comportamento da mídia não foi assim.

Na época, montou-se um palanque de horrores permanentes maior que o número de mortos. Na televisão, nos periódicos, nas revistas, os especialistas pulavam de alegria diante de mais uma desgraça onde o culpado seria o governo brasileiro, em especial o Presidente Lula. Repórteres obedientes à orientação da pauta, articulistas que viraram autoridades, mais pareciam agentes funerários. A Folha de São Paulo publicou essas em 19 de julho:

“O que ocorreu não foi acidente, foi crime!

Gostaria imensamente de ter minha dor amenizada por uma manchete que estampasse, em letras garrafais, ‘GOVERNO ASSASSINA MAIS DE 200 PESSOAS’. O assassino não é só aquele que enfia a faca, mas o que, sabendo que o crime vai ocorrer, nada faz para impedi-lo. O que ocorreu não pode ser chamado de acidente, vamos dar o nome certo: crime…. Talvez o presidente não se importe tanto, afinal, quem viaja de avião não é beneficiário de sua bolsa-esmola, não faz parte do seu particular curral eleitoral cevado com o dinheiro que ele arranca de nós. Devem fazer parte das tais ‘elites’, que é como ele escarnece da classe média que faz (apesar do governo) o país crescer”.

E mais se dizia:

“Incompetência, imprudência, tragédia. A despeito das causas do acidente com o Airbus A-320 da TAM, o desastre potencializa a crise da aviação civil, escancara a precariedade do transporte aéreo brasileiro e torna ainda mais urgente uma redefinição ambiciosa e profunda do sistema. É inacreditável que reiteradas demonstrações de inépcia, ao longo de dez meses de crise, não tenham rendido nenhuma demissão no alto escalão do governo Lula”, no editorial.

Portanto, com a conclusão final da Aeronáutica e da PF, caiu por terra a “prova irrefutável” do então repórter do Jornal Nacional, Rodrigo Bocardi, que demonstrou, de forma categórica, que uma poça d’água da espessura da moeda de um Real (lembram-se?), ali depositada pela incompetência do Presidente Lula, tinha sido a causa da tragédia.

Não dá mais para responsabilizar o Presidente Lula, como, na ocasião, fez o Governador José “Pedágio” Serra .

Veja o que ele disse, na hora do desastre:

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), esteve à noite no aeroporto de Congonhas após o acidente com o avião da TAM e afirmou que “todos tem muito o que lamentar, o que chorar”, e que a cidade “está de luto”. Apesar de afirmar que ainda era cedo para falar em causas, o governador disse que, para ele, o acidente foi uma tragédia anunciada. (…) “Ouvi dizer que muita gente achava isso. Inclusive eu. Mas tem que investigar com serenidade. E trabalhar para que isso não aconteça de novo”. (…) O governador também falou sobre os problemas dos aeroportos no Estado. “A questão aeroportuária tem que passar por um reexame. Essa não é uma responsabilidade nossa. É Federal. Mas, como governo, nós vamos dar nossa opinião.” (Folha de S.Paulo. 18/7/2007)

Inclusive em alguns jornais de Indaiatuba (alguns com posicionamento equilibrado), foram publicadas cartas e e-mail’s, por exigência de “irados” de leitores e ouvintes de Míriam Leitão, Alexandre Garcia, Willian Boner, Sardenberg, e eleitores de José Serra,  determinando e condenando, sem direito à apelação, que o culpado pela tragédia era “esse presidente incompetente”.

Será que, agora, vão se retratar da mesma forma “irada”?

Essa é do chapéu (6).

29-10-2009 | Do Chápeu

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Postado por Linho

As manchetes abaixo estavam estampadas no Portal Terra, em 29/10/2009, as 20h18.

A terceira frase dá uma clara idéia de como anda a qualidade da mídia brasileira, mesmo a da Internet.

Até para noticiar tragédias essa “qualidade jornalística” é perceptível.

Notícias

FAB confirma 11 pessoas em avião desaparecido na Amazônia

Avião da FAB que está desaparecido leva servidores da Funasa

Especialista cogita pouso forçado ou acidente no voo da FAB

Avião da FAB desaparece entre Acre e Amazonas; equipe faz buscas

 

Comentário: precisa ser especialista para se concluir que uma dessas hipóteses ocorreu? Alguém concluiria que há uma terceira hipótese?

Um novo pesadelo?

27-10-2009 | Artigos, Mídia

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Postado por Linho

Plantadores de soja transgênica apavorados

A presença do sorgo resistente ao glifosato, em lavouras no norte da Argentina, já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas. Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. O glifosato é o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto. O resultado era previsível: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura. O artigo é de Alejandro Nadal.

Fantasma assombra plantadores de soja transgênica

por Alejandro Nadal, em La Jornada, via Carta Maior

Um fantasma percorre os campos do Chaco, norte da Argentina. Após meses de investigação e acaloradas disputas, confirmou-se a existência de uma variedade de sorgo (Sorghum halepense – também conhecido no Brasil como capim Massambará, Pasto Russo ou Erva de São João) resistente ao herbicida glifosato, na província de Salta. É o primeiro caso de uma variedade de sorgo resistente ao glifosato desde que esse herbicida começou a ser usado no mundo, há três décadas. A difusão desta erva daninha através das colheitadeiras que circulam por todos os lados após cada safra não é um bom augúrio.

A presença do sorgo resistente ao glifosato já foi reconhecida pelo principal organismo encarregado de vigiar as ervas daninhas resistentes a herbicidas (www.weedscience.org). Essa descoberta é um pesadelo que se tornou realidade para os produtores de soja transgênica. É também uma lição para a Sagarpa (organização mexicana de proteção fitossanitária), que acaba de autorizar ilegalmente as primeiras plantações experimentais de milho transgênico no México. É o primeiro passo no caminho para autorizar a plantação comercial e consolidar a liberação do milho geneticamente modificado no México, centro de origem deste cultivo de importância mundial.

Vamos por partes. O Sorghum halepense é uma das dez principais ervas daninhas que afetam a agricultura de climas temperados. É uma erva daninha perene, dotada de grande capacidade de reprodução e sobrevivência ao controle por meios mecânicos. A ironia é que em muitos países, incluindo a Argentina, foi introduzido como uma espécie forrageira, por sua alta produtividade e capacidade de adaptação. Em poucos anos, converteu-se em uma praga cujo combate com agentes químicos teve grandes custos para os agricultores e para a biodiversidade.

Na luta contra essa “erva daninha perfeita” vinha se usando o glifosato, herbicida de amplo espectro que destrói, em plantas superiores, a capacidade de sintetizar três aminoácidos essenciais. É o herbicida seletivo de maior venda no mundo e sua expansão acelerou-se com os cultivos transgênicos como os da soja Roundup Ready, da Monsanto, geneticamente modificada para aumentar sua resistência ao glifosato. Hoje, a soja transgênica é plantada em cerca de 18 milhões de hectares na Argentina. Esse cultivo transformou a paisagem rural do pampa, transtornando as relações sociais que permitiam a pequena agricultura e abrindo as portas para o agronegócio em grande escala. As exportações de soja são o principal sustento da política fiscal Argentina: 18% da receita fiscal total vêm do imposto sobre as vendas de soja ao exterior. Mas o colapso desta bolha da soja é uma questão de tempo. A aparição do sorgo resistente ao glifosato é só um aviso. A soja transgênica usa um pacote tecnológico de plantio direto (ou lavragem mínima), onde se deixa o mato cobrir a terra para protegê-la da chuva e do vento. Isso reduz os riscos de erosão, mas deve ser acompanhado de um incremento no uso de herbicidas. Esse tipo de cultivo está associado a um crescimento espetacular do uso destes insumos: em apenas dez anos, o consumo de glifosato passou de 15 a 200 milhões de litros.

O resultado, no final do caminho, era de se esperar: cedo ou tarde, apareceriam espécies resistentes às estratégias desenhadas e implementadas por este modelo de agricultura comercial. Com a difusão do pacote tecnológico da soja transgênica, essa resistência apareceria mais rapidamente, pois o processo de co-evolução (que, no fundo, é o que rege esse fenômeno) iria se acelerando. É o que acontecerá também com o milho transgênico cujo plantio está sendo autorizado agora no México. A aparição de insetos resistentes à toxina produzida nos cultivos transgênicos Bt é uma questão de tempo.

Ainda não há registro de grandes populações resistentes à toxina Bt, mas em parte isso se deve à estratégia que consiste em deixar refúgios de plantas não transgênicas nas áreas plantadas. Nos Estados Unidos, essa prática tem sido acompanhada pelo uso complementar de inseticidas. Mas a advertência de ecólogos e agrônomos segue vigente: essas estratégias só retardam o processo de aparição de insetos resistentes ao Bt, não o detém. O cultivo de milho transgênico no México aumentará a probabilidade de surgimento de populações de insetos resistentes ao Bt em um menor espaço de tempo. Esse não é o único problema, mas o exemplo do sorgo na Argentina é um sinal que não devemos ignorar.

A trajetória tecnológica dos cultivos geneticamente modificados nos conduz a um beco sem saída. É claro que, para as empresas e seus cúmplices no governo, este é um bom instrumento para tornarem-se donas do campo, transformando-o em seu espaço de rentabilidade. Para a Sagarpa e o governo (falando aqui do caso mexicano) nada deve se interpor entre as companhias transnacionais e a rentabilidade, nem sequer a débil legislação sobre biossegurança que foi desenhada para servir aos interesses dessas mesmas empresas.

* Alejandro Nadal é economista, professor pesquisador do Centro de Estudos Econômicos, no Colégio do México. Colaborador do jornal La Jornada, onde este artigo foi publicado originalmente dia 20 de outubro.

Tradução: Katarina Peixoto

Opinião.

23-10-2009 | Artigos

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Operação tartaruga

23 de outubro de 2009

Waldir Junior

Operação Tartaruga

Não restam dúvidas de que o Rei quis voltar para Indaiatuba porque era um zeroàesquerda.com.br em Brasília. Logo ele, tão à direita. Enfim, ciente da sua liderança local, estava crente nos seus 80% e nos 100% da Câmara. Errou duas vezes: como diz um grande amigo meu, só faltou combinar com as urnas. O primeiro erro não trouxe nenhuma mudança objetiva, talvez tenha custado algumas noites de sono pelo ego ferido. E só. Mas o segundo equívoco, este sim, alterou alguns planos. Sabia que a eleição de alguém da oposição traria um debate mais qualificado para a Câmara, tudo o que ele não queria.

Esta introdução é apenas para situar o nobre leitor, que, no final de tudo, é quem paga (literalmente) a conta.  Pois bem, não basta ter 11 de 12 possíveis (e não me venha falar que os dois vereadores do PPS são realmente oposição, porque isso ainda está no campo da teoria). Precisa sufocar este um e fazer de tudo para atrapalhar o mandato.

Para a coisa ficar mais didática possível, vamos mostrar com gráficos o esquema para prejudicar alguém e, não só isso, traduzir o exemplo claro de politicagem, aliás, muito comum aqui pelas bandas de Indaiá.

Funciona assim: se você é vereador da situação, por mais inútil que sua proposta seja, o trâmite de seus projetos acontece em tempo recorde. Agora, se você é da oposição, esquece. Mesmo.

O gráfico abaixo leva em conta apenas projetos de lei com alguma serventia, excluindo os projetos que dão nome a ruas, que vêm prontos do Jurídico e cuja autoria é dada para premiar (?) os vereadores da base. Agora, fico imaginando, o vereador chegar em uma reunião política e se gabar de ter dado o nome a tal rua. Ficam fora do gráfico também outras proposições tais como “Dia de quandoeueracriançapequenaláembarbacena” e “Dia do nadaqueinteresse, équeeunãotenhoprojetomesmo”. Declarações de utilidade também não valem. 

Gráfico demonstra a lentidão no sistema quando se trata da oposição

Peguemos o projeto da  Tribuna Popular Livre, de autoria do vereador Linho (PT). O PL levou módicos 108 dias para ser submetido a votação, contados do protocolo até a primeira votação. Agora duas propostas de extrema importância para a cidade, quer dizer, não apenas para a cidade, para o Universo, tiveram o trâmite mais célere. O projeto sobre o “chumbinho” e Temik 150, do ‘ainda verde’ Bruno Ganem (PV), levou 19 dias entre o ato de protocolar e o de votar em primeiro turno.  Para lembrar de toda a história, clique aqui e aqui. Já o PL que proíbe soltar pipas, do grande  Osmar Bastos (PDT) percorreu escassos 24 dias entre o protocolo e o plenário.

Agora, o mais hilário de todos é o projeto que mostrou (em tempo recorde) a incompetência do Departamento Jurídico da Câmara. Bem intencionado, o vereador Adalto Messias (PDT) protocolou o  PL 121/2009 (aquele dos “vigilantes do bairro”) na Câmara e apenas 13, isso mesmo, 13 dias depois o mesmo estava em plenário. Tanta (in)eficiência se mostrou insuficiente. Mas, você poderia perguntar: por quê ? Porque o mesmo projeto, apesar de aprovado na Câmara em duas votações, foi vetado pelo Executivo por ser “inconstitucional”. Aliás, fica uma pergunta: se a Constituição Brasileira é uma só, como podem dois departamentos jurídicos divergirem tanto sobre o que é ou não é constitucional? Isso porque são do mesmo grupo político, hein! Como o Jurídico da Prefeitura sempre prevalece, resta para o mesmo setor da Câmara cantar o refrão daquele grande sucesso do Ultraje a Rigor: “A gente somos inútil”.

O pior é que falam: “faz parte do jogo político”. Pode até ser, mas esquecem de acrescentar a palavra “rasteiro”, porque isso faz parte do jogo político rasteiro. Se querem triturar a oposição, discutam os projetos em plenário, argumentem contrariamente, mostrem suas posições. E enterrem, no voto, qualquer chance de mudança.

Continuamos de olho. O   PL 149/2009, protocolado em 14/07/2009 e o  PR 004/2009, protocolado em 02/10/2009, ambos de autoria do vereador Linho e que tratam respectivamente da publicidade das informações dos servidores públicos municipais e do “Programa de Transparência na Câmara Municipal”, estão no Jurídico até hoje. Será que é porque tratam de assuntos de interesse da população que a atual administração não quer revelar? Para fazer a média que mostra o gráfico, é preciso que os projetos fossem ao expediente e encaminhados às comissões até o dia 26/10/2009 e depois votados no dia 02/11/2009. Acontece que pelos caminhos burocráticos da casa, esses projetos irão ficar mais um bom tempo na geladeira.

Fonte: Blog O Fim do Silêncio

Comentário: Essas estatísticas, nem eu conhecia.

Decadência da Educação

21-10-2009 | Educação

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Postado por linho

21/10/2009 – 21h09

Alunos são afastados das aulas após vídeo de sexo em banheiro de escola no PR

DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

Três adolescentes de 13 anos do maior colégio estadual do Paraná foram afastados das aulas após um vídeo em que aparecem em cenas de sexo ser divulgado na internet. Nas imagens, produzidas por câmeras de celular, uma garota e dois rapazes aparecem fazendo sexo em um banheiro do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, em horário de aula.

Eles devem permanecer fazendo atividades extraclasse em casa por tempo indeterminado. As imagens também se espalharam pelos celulares dos estudantes do colégio.

Em nota, a Secretaria Estadual da Educação afirmou que a direção do colégio “tomou providências com as famílias e o Ministério Público para que os menores recebam as orientações necessárias e não sofram qualquer constrangimento por parte da comunidade escolar”.

Segundo a secretaria, a direção do colégio advertiu os alunos de que a divulgação das imagens poderá resultar em punições aos responsáveis.

A secretaria informou ainda que “a comunidade escolar [do colégio] está sendo orientada a continuar projetos de prevenção à violência e preservação da saúde nos seus diversos níveis, e a apoiar as medidas tomadas para o retorno da normalidade no ambiente escolar”.

A Polícia Civil abriu investigação sobre o caso, que irá permanecer sob sigilo na Delegacia do Adolescente.

Fonte: Portal UOL

Comentário: A Escola Pública foi construida para a produção de cultura e conhecimento, e não para situações como essa.

Dia do Professor.

15-10-2009 | Sem categoria

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Postado por Linho

Essa é uma história que sempre emociona bastante.

Um cidadão, funcionário de uma empresa de grande porte, encontrou na rua uma antiga professora dos tempos do ginásio.

Essa professora foi uma pessoa especial em sua vida. Aos 11 anos, ele repetiria o ano, se não fosse por ela, que com imensa paciência o auxiliou nas matérias que não conseguiu aprender, durante o período de recuperação.

Ao encontrá-la na rua, perguntou:

- Professora, a senhora se lembra de mim?

Ele foi seu aluno 25 anos atrás. Ela segurou suas mãos, olhou no fundo dos seus olhos, parou por uns instantes, pensativa, e disse o seu nome completo, inclusive o sobrenome.

Ele quis agradecê-la por tudo quanto havia feito por ele quando criança. Não fosse por isso, não teria chegado onde conseguiu chegar: homem bem sucedido, com trabalho, família e filhos. Mas a voz lhe faltou na garganta.

Ela também não disse nada e assim, os dois permaneceram juntos, de mãos dadas, na rua, um olhando para o outro, por um tempo que ele não soube precisar…

Que essa história possa se repetir como regra, e não como exceção, na vida de muitas crianças do nosso país!

Comentário: Quero dedicar os meus 27 anos de magistério a uma aluna muitíssima especial para mim, Bruna Carolina Santos Lima, que com sua simplicidade, mesmo na condição de aluna, me ensinou um pouco mais a ser professor.

Ela está prestando serviços especiais a Deus desde 2003, mas jamais sairá de minha memória e de meu coração, pela sua coragem, amizade e humildade.

Nós todos que tivemos o privilégio de te conhecer continuamos te amando muito,  Bruna!

Boa notícia.

15-10-2009 | Mídia

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Do Porta UOL 15/10/2009

Postado por Linho

Governo de São Paulo promete banda larga a preços populares

 O Governo de São Paulo vai oferecer banda larga com preços baixos para atingir o público de menor renda do Estado.

O projeto, chamado de Banda Larga Popular, será assinado nesta quinta-feira pelo governador José Serra.

Segundo post no Twitter de Serra, os preços máximos serão de R$ 29,80 por mês e os valores estão baixos porque o Governo abriu mão do ICMS – antes o imposto era de 25%. As empresas que oferecerem banda larga a partir de amanhã, pelo valor estipulado, já vão ficar isentas do ICMS.

O serviço vai oferecer conexões de 200Kbps até 1Mbps, sem limite de horário ou tráfego de dados. O Governo vai contar, ainda, com parceria de operadoras de banda larga fixa e móvel. “Nossa meta é conectar metade das residências paulistas”, afirmou Serra em um post.

A notícia sai um dia depois de a Finlândia aprovar uma lei que dá o direito aos cidadãos de terem banda larga no país.