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É o cara.   “O mais popular político da terra” Da Revista Newsweek desta semana

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Vai continuar apoiando o Serra, Deputado Rogério?

04-09-2009 | Política

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A marca do Serra: Motocicleta pagará pedágio em todas as rodovias em SP

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Hoje a cobrança é restrita a três rodovias administradas por concessionárias; idéia é usar dinheiro em segurança nas estradas.

Valor será metade da tarifa básica, cobrada de veículos de passeio, caso seja mantida metodologia já aplicada nas concessões.

Até agora, a cobrança já foi implementada no sistema Ayrton Senna-Carvalho Pinto e no km 285 da Marechal Rondon,  R$ 2,30 para motocicleta.

O anúncio do Secretário dos Transportes Mauro Arce irritou o deputado estadual e ex-piloto de motocross Rogério Nogueira (PDT), que protestou diante do secretário e disse não concordar com a medida.

Fonte: Blog do Luis Favre – 04/09/2009  – 09h14

Comentário:  Depois dessa, quero ver  se o deputado indaiatubano Rogério Nogueira continuará dizendo amém ao governador Zé Pedágio, votando a favor desse governo inimigo do povo.

“Piada Verde.” (4)

04-09-2009 | Do Chápeu

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O Deputado Federal Fernando Gabeira (PV-RJ) pediu ao povo que desobedeça a lei que ele próprio ajudou a aprovar na Câmara Federal.

Ele esteve presente na reunião em que foram votadas as restrições para a Internet, durante as campanhas eleitorais. Naquela sessão, Gabeira não se opôs ao projeto.

Agora, ele incentiva o povo a descumprir as regras que ele próprio ajudou a aprovar.

No seu microblog Twitter, o deputado postou o seguinte, na quinta (3): “Vamos brigar feio pela liberdade na internet nas eleições. Na derrota, o caminho é a orientação de Thoreau para leis estúpidas: desobedeça.”

Esse Gabeira é campeoníssimo. A explicação que ele deu para sua postura é uma “piada verde”. Olha o que ele disse ao UOL NOTÍCIAS:

“Eu era contra [as restrições na internet], mas não havia correlações de forças para isso,” disse o deputado. “Eu nunca me preocupei porque essa lei não vai pegar”, justificou

Ainda segundo o mesmo Portal UOL NOTÍCIAS, não foram encontrados registros de emendas ou discursos de Gabeira para evitar as novas regras. O deputado também não pediu o registro nominal dos votos, para que fossem contabilizados aqueles que não concordavam com a proposta.

Pelas bandas de Indaiá, já se viu esse filme. Só que ao contrário….

O pré-sal é nosso!

01-09-2009 | Política

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Discurso do Presidente Lula, sobre o pré-sal (31/08/2009)

Minha querida companheira Marisa Letícia,
Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado, José Sarney,
Excelentíssimo Presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer,
Ministra Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República; Ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, em nome dos quais cumprimento todos os ministros aqui presentes,
Quero cumprimentar todos os governadores que vieram ao lançamento do pré-sal,
Quero cumprimentar as autoridades dos Superiores Tribunais aqui de Brasília,
Quero cumprimentar os nossos amigos senadores e deputados que estão presentes,
Quero cumprimentar os membros do corpo diplomático,
Quero cumprimentar os prefeitos aqui presentes,
Em nome dos empresários eu gostaria de cumprimentar o nosso companheiro José Sérgio Gabrielli, Presidente da nossa gloriosa Petrobras,
E o Luciano Coutinho, Presidente do BNDES,

Minhas amigas e meus amigos,

Hoje é um dia histórico.

O governo está enviando ao Congresso Nacional sua proposta do marco regulatório para a exploração de petróleo e gás no chamado pré-sal.

Estou seguro de que, nos próximos meses, os deputados e senadores, recolhendo também as contribuições de governadores e prefeitos, aperfeiçoarão as propostas do governo, trabalhando com responsabilidade, espírito público, compromisso com o país e, sobretudo, muita visão de futuro.

Estou seguro também de que o povo brasileiro entrará de corpo e alma nesse debate tão importante para o destino do Brasil e para o futuro dos nossos filhos.

Porque esse não é um assunto apenas para os iniciados e especialistas. Nem é tampouco um tema que deva ficar restrito somente ao parlamento. Ao contrário, ele interessa a todos e depende de todos.

Por isso mesmo, quero convocar cada brasileiro e cada brasileira a participar desse grande debate. Trabalhadores, donas de casa,
lavradores, empresários, intelectuais, cientistas, estudantes, servidores públicos, todos podem e devem contribuir para que tomemos as melhores decisões.

Minhas amigas e meus amigos,

O chamado pré-sal contém jazidas gigantescas de petróleo e gás, situadas entre cinco e sete mil metros abaixo do nível do mar, sob uma camada de sal que, em certas áreas, alcança mais de 2 mil metros de espessura.

Não se pode ainda dizer, com certeza, quantos bilhões de barris o pré-sal acrescentará às reservas brasileiras. Mas já se pode dizer, com toda segurança, que ele colocará o Brasil entre os países com maiores reservas de petróleo do mundo.

Trata-se de uma das maiores descobertas de petróleo de todos os tempos. E em condições extremamente importantes: as reservas encontram-se num país de grandes dimensões, de grande população e de abundantes recursos naturais. Um país que conta com um regime político estável e instituições democráticas em pleno funcionamento. Um país pacífico que faz questão de viver em paz com seus vizinhos. Um país que possui uma economia sofisticada, com um parque industrial diversificado, uma agropecuária de ponta e um setor de serviços moderno. Um país que, tendo dado passos importantes na superação das desigualdades sociais, encontrou seu caminho e está maduro para dar um salto no desenvolvimento.

Como já disse em outra oportunidade, o pré-sal é uma dádiva de Deus. Sua riqueza, bem explorada e bem administrada, pode impulsionar grandes transformações no Brasil, consolidando a mudança de patamar de nossa economia e a melhoria das condições de vida de nosso povo.

Mas o pré-sal também apresenta perigos e desafios. Se não tomarmos as decisões acertadas, aquilo que é um bilhete premiado pode transformar-se em fonte de enormes problemas. países pobres que descobriram muito petróleo, mas não resolveram bem essa questão, continuaram pobres.

Outros caíram na tentação do dinheiro fácil e rápido. Passaram a exportar a toque de caixa todo o óleo que podiam e foram inundados por moedas estrangeiras. Resultado: quebraram suas indústrias e desorganizaram suas economias. E, assim, o que era uma dádiva transformou-se numa verdadeira maldição.

Para evitar esse risco, desde o primeiro instante, determinei à comissão de ministros que preparou o marco regulatório do pré-sal que trabalhasse em cima de três diretrizes básicas.

Primeira: o petróleo e o gás pertencem ao povo e ao Estado, ou seja, a todo o povo brasileiro. E o modelo de exploração a ser adotado, num quadro de baixo risco exploratório e de grandes quantidades de petróleo, tem de assegurar que a maior parte da renda gerada permaneça nas mãos do povo brasileiro.

A segunda diretriz é de que o Brasil não quer e não vai se transformar num mero exportador de óleo cru. Ao contrário, vamos agregar valor ao petróleo aqui dentro, exportando derivados, como gasolina, óleo diesel e produtos petroquímicos, que valem muito mais. Vamos gerar empregos brasileiros e construir uma poderosa indústria fornecedora dos equipamentos e dos serviços necessários à exploração do pré-sal.

A terceira diretriz: não vamos nos deslumbrar e sair por aí, como novos ricos, torrando dinheiro em bobagens. O pré-sal é um passaporte para o futuro. Sua principal destinação deve ser a educação das novas gerações, a cultura, o meio ambiente, o combate à pobreza e uma aposta no conhecimento científico e tecnológico, por meio da inovação. Vamos investir seus recursos naquilo que temos de mais precioso e promissor: nossos filhos, nossos netos, nosso futuro.

Ao examinar os projetos de lei que estamos enviando hoje ao Congresso, depois de tanto trabalho e estudo, vejo com satisfação que eles estão em perfeita sintonia com essas diretrizes.

Minhas amigas e meus amigos,

Uma mudança importante no marco regulatório será a adoção do modelo de partilha de produção no pré-sal e em outras áreas de potencial e características semelhantes. É uma mudança absolutamente necessária e justificada.

Estamos vivendo hoje um cenário totalmente diferente daquele que existia em 1997, quando foi aprovada a Lei 9.478, que acabou com o monopólio da Petrobras na exploração do petróleo e instituiu o modelo de concessão.

Naquela época, o mundo vivia um contexto em que os adoradores do mercado estavam em alta e tudo que se referisse à presença do Estado na economia estava em baixa. Vocês devem se lembrar como esse estado de espírito afetou o setor do petróleo no Brasil. Altas personalidades naqueles anos chegaram a dizer que a Petrobras era um dinossauro – mais precisamente, o último dinossauro a ser desmantelado no país. E, se não fosse a forte reação da sociedade, teriam até trocado o nome da empresa. Em vez de Petrobras, com a marca do Brasil no nome, a companhia passaria a ser a Petrobrax – sabe-se lá o que esse xis queria dizer nos planos de alguns exterminadores do futuro.

Foram tempos de pensamento subalterno. O país tinha deixado de acreditar em si mesmo. Na economia, campeava o desalento. O Brasil não conseguia crescer, sofria com altas taxas de juros, de desemprego, e juros estratosféricos, apresentava dívida externa elevadíssima e praticamente não tinha reservas internacionais. Volta e meia quebrava, sendo obrigado a pedir ao FMI ajuda, que chegava sempre acompanhada de um monte de imposições.

Além disso, não produzíamos o petróleo necessário para nosso consumo. Ferida, desestimulada e desorientada, a Petrobras vivia um momento muito difícil. Tinha dificuldades de captação externa e não contava com recursos próprios para bancar os investimentos. Nessa época, é bom lembrar – e a Dilma já falou – o preço do barril do petróleo estava em torno de US$ 19.

Hoje, nós vivemos um quadro é inteiramente diferente. Em primeiro lugar, os países e os povos descobriram na recente crise financeira internacional que, sem regulação e fiscalização do Estado, o deus-mercado é capaz de afundar o mundo num abrir e fechar de olhos. O papel do Estado, como regulador e fiscalizador, voltou, portanto, a ser muito valorizado.

A economia do Brasil vive também um novo momento. De 2003 a 2008, crescemos em média, 4,1% ao ano. Nos últimos dois anos, nosso crescimento foi superior a 5%. Nesse período, o país gerou cerca de onze milhões de empregos com carteira assinada. O desemprego caiu de 11,7% para 8%, em 2008. Hoje, as taxas de juros atuais são as menores de muitas décadas em nosso país.

Não só pagamos a dívida externa pública, como acumulamos reservas superiores a US$ 215 bilhões. E mais: reduzimos de modo consistente a miséria e as desigualdades sociais. Mais de 30 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza e 2 milhões ingressaram… e 20 milhões ingressaram na nova classe média, fortalecendo o mercado interno e dando vigoroso impulso à nossa economia.

O fato é que hoje temos uma economia organizada, pujante e voltada para o crescimento. Uma economia que foi testada na mais grave crise internacional desde 1929 e saiu-se muito bem na prova. Não só não quebramos, como fomos um dos últimos países a entrar na crise e estamos sendo um dos primeiros a sair dela. Antes, éramos alvo de chacotas e de imposições. Hoje, nossa voz, a voz do Brasil, é ouvida lá fora com muita atenção e com muito respeito.

Meus queridos companheiros e companheiras,

Desde o primeiro instante, meu governo deu toda força à Petrobras. Passamos a cuidar com muito carinho do nosso querido dinossauro. Os recursos da empresa destinados à pesquisa e ao desenvolvimento deram um salto de US$ 201 milhões, em 2003, para R$ 960 milhões, em 2008.

A companhia voltou a investir, aumentou a produção, abriu concursos para contratação de funcionários, encomendou plataformas, modernizou e ampliou refinarias, além de construir uma grande infra-estrutura de gás natural e entrar também na era de biocombustíveis.

Deixamos claro que nossa política era fortalecer, e não debilitar, a Petrobras. E a companhia – estimulada, recuperada e bem comandada – reagiu de forma impressionante.

Resultado: a Petrobras vive hoje um momento singular. É o orgulho do país. É a maior empresa do Brasil. É a quarta maior companhia do mundo ocidental. Entre as grandes petroleiras mundiais, é a segunda em valor de mercado. É um exemplo em tecnologia de ponta. Descobriu as reservas do pré-sal, um feito extraordinário, que encheu de admiração o mundo e de muito orgulho os brasileiros. É uma empresa com crédito e autoridade internacionais. Tanto que, nos últimos meses, levantou cerca de US$ 31 bilhões em empréstimos. Seus investimentos previstos até 2013 somam US$ 174 bilhões.

E ainda para ajudar, para completar, o preço do barril de petróleo oscila hoje em torno de US$ 65, mais do triplo do que em 1997.

Em suma, os tempos e o ambiente no mundo são outros. A situação da economia brasileira é outra. O Brasil e o prestígio do Brasil são outros. A Petrobras é outra. E outra também é a situação do mercado do petróleo.

Minhas amigas e meus amigos,

Também não há termos de comparação entre as áreas que vinham sendo exploradas até agora e as áreas do pré-sal.

No pré-sal, os riscos exploratórios são baixíssimos. A taxa de sucesso dos poços operados pela Petrobras na área é de 87%, sendo que nos blocos situados na Bacia de Santos ela é de 100%. Foram 13 poços perfurados. E nos 13 comprovou-se a existência de grandes quantidades de óleo e gás, com excelentes perspectivas de viabilidade econômica.

Nessas circunstâncias, seria um grave erro manter na área do pré-sal, de baixíssimo risco e grande rentabilidade, o modelo de concessões, apropriado apenas para blocos de grande risco exploratório e baixa rentabilidade.

No modelo de concessões, a União, proprietária do subsolo, permite que as companhias privadas procurem petróleo, mediante o pagamento de uma taxa chamada bônus de assinatura. Se elas encontrarem óleo ou gás, podem extraí-lo e comercializá-lo como quiserem. São donas do petróleo arrancado das entranhas da terra, porque, a partir da boca do poço, a União perde os direitos de propriedade, recebendo apenas uma parcela pequena da renda do petróleo, na forma de royalties e participações especiais.

Já no modelo de partilha, que prevalece em todo o mundo em áreas de baixo risco exploratório e grande rentabilidade, a União continuará dona da maior parte do petróleo e do gás mesmo depois de sua extração. Nesse modelo, o Estado não transfere toda a propriedade do óleo para grupos privados, mas fecha contratos para a exploração e a produção em determinada área – diretamente com a Petrobras ou, mediante licitação, no caso de outras companhias.

No modelo de partilha, as empresas são remuneradas com uma parcela do óleo extraído, suficiente para cobrir seus custos e investimentos e ainda proporcionar uma rentabilidade adequada ao risco do projeto. Já o Estado fica com a maior parte dos lucros da exploração e produção de petróleo, parte esta bem superior ao que recebe hoje no regime de concessão. A regra do modelo de partilha é clara: nas licitações, vence a empresa que oferecer a maior parcela do lucro da operação para o Estado e para o povo brasileiro.

Amigas e amigos,

Como no modelo de partilha a maior parte do petróleo, mesmo depois de extraído, continuará a pertencer ao Estado, ela controlará o processo de produção. Assim, ela poderá definir claramente o ritmo de extração, calibrando-o de acordo com os interesses nacionais, sem se subordinar às exigências do mercado. Dessa maneira, ficará mais fácil para o Brasil contornar os riscos inerentes à produção excessiva, que poderia inundar o país de dinheiro estrangeiro, desorganizando nossa economia – aquilo que os especialistas chamam de doença holandesa.

Além disso, poderemos produzir petróleo nas condições que mais convêm ao país. E desse modo poderemos aproveitar a riqueza do petróleo, que Deus nos deu, para produzir mais riqueza ainda com o nosso trabalho.

Dessa forma, consolidaremos uma poderosa e sofisticada indústria petrolífera, promoveremos a expansão da nossa indústria naval e converteremos o Brasil num dos maiores pólos mundiais da indústria petroquímica do mundo.

Trabalhando com essa perspectiva, encomendaremos – e produziremos aqui dentro – milhares e milhares de equipamentos, gerando emprego, salário e renda para milhões de brasileiros.

Minhas amigas e meus amigos,

Para gerir os contratos de partilha e os contratos de comercialização de petróleo e gás, zelando pelos interesses do Estado e do povo brasileiro, estamos criando uma nova empresa estatal na área do petróleo, a Petrosal.

Ela não concorrerá com a Petrobras, já que não participará da prospecção ou da exploração de petróleo e gás. Sua missão é inteiramente diferente. A nova estatal será, isso sim, a representante dos interesses do Estado brasileiro, o olho atento do povo brasileiro, acompanhando e fiscalizando a execução dos contratos firmados na área do pré-sal.

Será uma empresa enxuta, com corpo técnico altamente qualificado, formado por profissionais com experiência comprovada. Em vários países que adotaram o modelo de partilha, empresas com esse caráter revelaram-se imprescindíveis para defender os interesses públicos e nacionais nas negociações e na gestão de contratos e processos complexos e sofisticados como os que caracterizam a indústria petrolífera.

Minhas amigas e meus amigos,

Se vocês estão cansados, imaginem eu. Outra novidade importante é a criação do Fundo Social. Ele será responsável pela administração da renda do petróleo e pela sua aplicação em investimentos seguros e de boa rentabilidade, tanto no Brasil como no exterior.

De um lado, o novo fundo será uma mega-poupança, um passaporte para o futuro, que preservará e incrementará a renda do petróleo por muitas e muitas décadas. Os rendimentos do fundo serão canalizados, prioritariamente, para a educação, a cultura, o meio ambiente, a erradicação da pobreza e a inovação tecnológica. Vamos aproveitá-los para pagar a imensa dívida que o país tem com a educação e para permitir que a aplicação do conhecimento científico seja, na verdade, a nossa maior garantia do nosso futuro.

De outro lado, o novo fundo funcionará, também, como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro externo, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nossa economia siga saudável, forte e baseada no trabalho e no talento dos milhões e milhões de brasileiros.

Assim, a renda gerada pela produção do pré-sal será administrada de forma planejada e inteligente. E seu ingresso na economia nacional será dosado de modo a fortalecê-la e a impulsioná-la, jamais a desorganizá-la.
Minhas amigas e meus amigos,

Não poderia deixar de prestar aqui uma sincera homenagem à Petrobras, a sua diretoria e a todo o seu corpo de funcionários.

A descoberta do pré-sal, que coloca o Brasil num novo patamar no cenário mundial, não foi fruto do acaso ou de um golpe de sorte. Ao contrário, ela só foi possível graças ao talento, à competência e à determinação da Petrobras. E também, é claro, graças ao revigoramento da empresa nos últimos anos, à recuperação da sua autoestima e aos investimentos crescentes em pesquisa e prospecção.

Poucas empresas no mundo têm hoje a experiência da Petrobras na exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. E nenhuma empresa petrolífera conhece e é capaz de obter resultados tão expressivos em nossa plataforma submarina como ela. Trata-se de um ativo, de um patrimônio de enorme valor, que deve ser bem e de forma extraordinária aproveitado.

Por isso mesmo, a Petrobras terá um status especial no marco regulatório do pré-sal. Será a única empresa operadora nessa província. Outras empresas poderão ter participação, inclusive majoritária, nos consórcios que explorarão os blocos contratados. Mas a operação – vale dizer, a exploração, o desenvolvimento, a produção e a desativação das instalações – estará sempre a cargo da nossa querida e orgulhos Petrobras.

Além disso, as reservas do pré-sal, que pertencem ao Estado e ao povo brasileiro, oferecem uma excelente oportunidade para que a União fortaleça a Petrobras para enfrentar os novos desafios. Nesse sentido, estamos enviando projeto de lei ao Congresso Nacional autorizando a União a promover aumento de capital da companhia. O valor total do aumento de capital será aquilo que a ministra Dilma já falou, de até cinco bilhões de barris equivalentes de petróleo, obviamente, relativos às jazidas contíguas às áreas que a empresa já detém no pré-sal.

Nos termos da lei, os acionistas minoritários que desejarem participar dessa chamada de capital poderão adquirir ações da companhia, o que contribuirá para reforçar economicamente nossa maior empresa nesse momento decisivo.

Se os acionistas minoritários não exercerem integralmente seus direitos de opção, a capitalização promovida pela União implicará aumento da participação do povo brasileiro no capital total da Petrobras.

Minhas amigas e meus amigos,

Nesse momento em que o Brasil discute o melhor caminho para se tornar um grande produtor mundial de petróleo, quero render minhas homenagens a todos os brasileiros que lutaram para que este sonho se transformasse em realidade.

Em primeiro lugar, homenageio os que acreditaram quando era mais fácil descrer. E não deram ouvidos às aves de mau agouro que, durante décadas, apregoaram aos quatro ventos que o Brasil não tinha petróleo. Foram, por isso, chamados de fanáticos e maníacos. Ainda bem que houve fanáticos que nos ensinaram a duvidar dos preconceitos e a ter fé em nossas próprias forças.

Rendo minha homenagem também aos que se insurgiram contra a ladainha que proclamava que, mesmo que o Brasil tivesse petróleo, não teria competência para explorá-lo. E que deveria deixar essa tarefa para o capital estrangeiro. Muitos foram tachados de lunáticos, prisioneiros de uma idéia fixa, como o grande e saudoso Monteiro Lobato, porque teimaram em lutar para que o Brasil explorasse suas riquezas. Benditos lunáticos que ensinaram o país a enxergar longe, em tempos de escuridão, e iluminaram os caminhos dos que vieram depois.

Rendo minha homenagem ainda aos que saíram às ruas em todo o país na campanha do “O Petróleo é nosso”, levando o presidente Getúlio Vargas a instituir o monopólio estatal do petróleo e a criar a Petrobras. Foi uma batalha travada em condições duríssimas. Basta ler os jornais da época, alguns em circulação até hoje, que ridicularizavam a campanha nacionalista. E eu digo: bendito nacionalismo, que permitiu que as riquezas da nação permanecessem em nossas mãos.

Rendo homenagem muito especial, por fim, a todos os que defenderam a Petrobras quando ela foi atacada ao longo de sua história – e ainda hoje – e aos funcionários e petroleiros que se mantiveram de pé quando a empresa passou a ser tratada como uma herança maldita do período jurássico. Benditos amigos e companheiros do dinossauro, que sobreviveu à extinção, deu a volta por cima, mostrou o seu valor. E descobriu o pré-sal – patrimônio da União, riqueza do Brasil e passaporte para o nosso futuro.

Olho para trás e vejo que há algo em comum em todos esses momentos, algo que unifica e dá sentido a essa caminhada, algo que nos trouxe até aqui e ao dia de hoje: é, sinceramente, a capacidade do povo brasileiro de acreditar em si mesmo e no nosso país. Foi em meio à descrença de tantos que querem falar em seu nome… O povo – principalmente ao povo , devemos esse momento atual.

É como se houvesse uma mão invisível – não a do mercado, da qual já falaram tanto, mas outra, bem mais sábia e permanente, a mão do povo – tecendo nosso destino e construindo nosso futuro. Não creio que seja uma coincidência o fato de a Petrobras ter descoberto as grandes reservas do pré-sal justamente num momento da vida política nacional em que o povo também descobriu em si mesmo grandes reservas de energia e de esperança. Num momento em que o país, deixando para trás o complexo de inferioridade que lhe inculcaram durante séculos, aprendeu como é bom andar de cabeça erguida e olhar com confiança para o futuro.

Muito obrigado, companheiros.

Representantes do povo e Tribuna Livre

01-09-2009 | Câmara Municipal

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A rejeição do projeto que poderia dar voz à entidades na Câmara trata-se não apenas de uma atitude antidemocrática da maioria dos vereadores como também demonstra o compromisso dos eleitos pelo povo apenas com interesses particulares. É clara a intenção da base em blindar a administração municipal de possíveis críticas que poderiam ser feitas em plenário.

O que espanta é que os parlamentares estão dispostos até mesmo a macular sua imagem perante a população para evitar que a administração passe pelo constrangimento de ser criticada. Como se a Tribuna Livre fosse o único meio possível para se criticar algo que está errado. Outra justificativa para a rejeição da proposta é que o espaço aberto durante as sessões poderia ser usado para fazer politicagem, o que não se sustenta. Afinal, os próprios vereadores – não todos – têm condutas lamentáveis, acreditando que distribuir agrados para os eleitores é uma maneira legítima de se obter votos.

Vetar a Tribuna Livre não é um ato inteligente, já que ela seria mais uma forma de ouvir os anseios da população, independente de quem propôs o projeto. De dentro dos seus confortáveis gabinetes, muitos vereadores, após eleitos, sequer sabem o que se passa nos bairros onde caminharam incansavelmente durante a campanha eleitoral. Mas talvez agora que estão no poder os reclamos não lhes interessem mais.

Felizmente, a sociedade tem outras formas de protestar contra desmandos, injustiças e a conduta da classe política. Há tempos a imprensa vem sendo a principal intermediária do descontentamento da população. Diante da atitude dos vereadores na semana passada, os meios de comunicação continuarão sendo uma das poucas esperanças dos eleitores se fazerem ouvidos.

Editorial extraído do Jornal Tribuna de Indaiá (Edição de 01/09/2009)

Link: http://www.tribunadeindaiá.com.br

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- do leitor -

Tribuna Livre
Como diria Bóris Casoy, é uma vergonha! O presidente da Casa não vota e oito vereadores votam contra, sem justificar o voto. Há 17 anos em Indaiatuba, acompanhei de certa forma a atuação dos vereadores a cada período. Achei que nenhuma gestão seria pior que a do período 2004/2008. Estava enganado, a Câmara atual está superando qualquer expectativa, por pior que ela seja. E, para ajudar, com aquela medida aprovada, o número de vereadores pode aumentar. Só nos resta agradecer ao vereador que apresentou o projeto e pedir para que não desista, reapresente a proposta, quantas vezes for necessário. Acácio Cavalcante

Bom, o nobre vereador Bruno Ganem, pelo que entendi, não está sendo um parlamentar com autonomia para votar de acordo com os princípios da ética e representatividade popular, somente de acordo com o chefe do Executivo, que não quer a participação popular em sua administração. Ganem, cartão vermelho para você.
José Rodolfo

É lamentável! Não dizem que os vereadores são os representantes do “povo”? Então por que não deixar o “povo” falar através da tribuna? Qual o interesse por trás? Ismael Neves de Lima

Estes são os grandes caras que nós ajudamos a fazer estas coisas. Deveríamos nos atentar nas próximas eleições para não confundir os temas nacionais com locais, pois aqui é que começaremos a passar realmente a política a limpo. Em resumo “temos muito corruptos na nossa cidade”, como iremos consertar o País, se na hora de votar achamos que um é bonito, outro é riquinho e não vai roubar? Vamos olhar para nossa casa primeiro, temos muito que abrir os olhos!
José Roberto Verardi Pacelli

Opinião do Leitor, extraído do Jornal Tribuna de Indaiá (Edição de 01/09/2009)

Link: http://www.tribunadeindaia.com.br

Mas não é a casa do povo?

01-09-2009 | Câmara Municipal

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*Éber Sander

A decisão dos vereadores de Indaiatuba de rejeitarem o projeto de lei Tribuna Livre é sob todos os pontos de vista um absurdo.

Para os mais desavisados, o projeto teve apenas três votos favoráveis, o voto do Dr. Túlio, Agostinho Junior e do próprio Linho, autor do projeto.

A Tribuna Livre seria um espaço dedicado a qualquer cidadão que poderia utilizar-se do espaço da Câmara Municipal – casa do povo?! – para expor suas opiniões para a melhora do nível de vida em Indaiatuba. É um projeto simples, porém, muito significativo, sobretudo para a democracia. Esta judiada democracia brasileira.

Qual o medo dos vereadores? O povo não pode dizer o que pensa em sua própria casa? Os vereadores não respeitam a opinião daqueles que os elegeram?

Essas perguntas ficam ecoando e se perdem no silêncio monstruoso de uma Câmara Municipal negligente e omissa.

Nas próximas eleições municipais esteja certo de que os mesmos vereadores que votaram contra o projeto, vão bater no seu portão pedindo para que você os ouça. Vai ser à hora e o momento de dar o troco.

Ficar dando nomes à ruas e praças é fácil, quero ver votarem projetos ousados e que melhorem a vida do povo indaiatubano. Pobre povo indaiatubano.

*Éber Sander é escritor e palestrante

www.ebersander.wordpress.com

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Carta marcada!

26-08-2009 | Mídia, Política

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DIRECIONAMENTO
Denunciada vence pregão da informática

• Uni Repro prestará serviço de locação de equipamentos de informática por quase R$ 24 milhões por ano

TATIANE QUADRA
cidades@tribunadeindaia.com.br

A empresa envolvida em uma denúncia enviada ao Ministério Público (MP) na quinta-feira passada, dia 20, de possível direcionamento de licitação, foi a vencedora do pregão para a locação de equipamentos de informática, promovido pela Prefeitura na manhã de ontem, dia 24. Segundo a Assessoria de Comunicação Social, a Uni Repro Serviços Tecnológicos Ltda., de São Paulo, ofereceu o menor valor e fechou contrato de 12 meses pelo valor de até R$ 23.800 milhões.

O pregão chegou a ser aberto na data marcada via edital, na quinta-feira, mas foi suspenso para análise de documentação pelo Departamento de Informática. As participantes, além da Uni Repro, foram a Acopfiles Guarda e Organização de Documentos Ltda., de Indaiatuba; Goldnet TI S/A, de Jundiaí; e a N&DC Systems Integrator Comércio e Serviços de Informática Ltda., de São Paulo. Segundo a assessoria, com a reabertura do certame, a Acopfiles foi desclassificada porque não atendeu as especificações exigidas.

A Uni Repro ganhou pelo valor de R$ 199 mil por mês, sendo que a assessoria enfatiza que o valor só será pago integralmente se a Prefeitura utilizar todos os itens previstos. Caso contrário, o preço por mês diminui. Além disso, a empresa ainda deverá enviar a proposta definitiva, já que a inicial era de R$ 228.306 por mês. Durante o pregão, ela baixou os valores, e deve passar agora a nova planilha com o desconto proporcional em todos os itens, para que a Prefeitura possa começar a aquisição em 48 horas.

Histórico
A denúncia foi encaminhada ao MP na quinta-feira pelo vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT), que recebeu as informações e as repassou, inicialmente por conversa pessoal com o promotor substituto de Cidadania, Bruno Orsatti Landi, na quarta-feira, dia 19, véspera da licitação. Na representação entregue, são apontados indícios de que a Uni Repro seria a vencedora. A empresa ganhou um pregão semelhante este ano junto à Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (Fiec), e teria sido a única que fez visita no local de fornecimento para a licitação da Prefeitura.

Outros itens foram apontados, como a exigência de comprovação de experiência da empresa no fornecimento de apenas um item e não de todos; a necessidade de dar preço em todos os itens, reduzindo a competitividade; e a solicitação de equipamentos em excesso. “Tudo isso sugere que a licitação deva ser cancelada para ser analisada com prudência”, afirmou o vereador.

A licitação é para o aluguel de equipamentos de informática, incluindo o serviço de instalação dos materiais e softwares, manutenção e atualização. O contrato é no sistema de registro de preços, com a solicitação conforme a necessidade. Estão incluídos também autarquias e fundações, como o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) e a Fiec.

Uma impugnação foi apresentada pela Torino Informática Ltda., de Sorocaba, à Prefeitura, que julgou improcedente o pedido. A mesma empresa representou no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), porém, o órgão apontou para a falta de documentos relativos à denunciante, dando o prazo de regularização. O Ministério Público tem o prazo de um mês para analisar a representação e instaurar, ou não um procedimento de investigação.

Fonte: http://www.tribunadeindaia.com.br

Uma noite vergonhosa

26-08-2009 | Artigos, Câmara Municipal, Política, Vídeos

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POR DANIEL FATINI

Assisti à Sessão da Câmara Municipal desta segunda-feira e o que vi foi vergonhoso. A chamada “Casa do Povo”  negou-se a ouvir a sua voz.

O projeto foi apresentado pelo vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT). Após declaração de voto favorável feita pelo vereador Túlio Tomass Couto (PPS), passou-se a votação: a grande maioria dos “nobres” vereadores votou contra o Projeto de Resolução que beneficiariam o povo! Sem justificar e sem argumentar! Inclusive nenhum desses utilizou-se da tribuna nem na palavra livre, não quiseram postergar o momento deprimente que criaram. Além de Linho e Túlio, também votara a favor do projeto o vereador Agostinho Jr (PPS). O Silêncio na Casa foi ensurdecedor.

Segue abaixo um vídeo que fiz durante a sessão. Você pode até duvidar do que estou falando, mas as imagens não mentem.

Segue abaixo a lista dos vereadores e a posição de cada um perante o projeto.

CONTRA O PROJETO

A FAVOR DO PROJETO

Adalto

Adalto Missias de Oliveira – PDT

Agostinho

Agostinho Andrade Júnior – PPS

Bruno

Bruno Arevalo Ganem – PV

Fabio

Fábio Marmo Conde – PSB

Linho

Carlos “Linho” Alberto Rezende Lopes – PT

Hélio

Hélio Alves Ribeiro – PSB

Helton

Helton Antonio Ribeiro – PP

Cebolinha

Luis Alberto “Cebolinha” Pereira – PDT

Túlio

Túlio José Tomass do Couto – PPS

Osmarbastos

Osmar Ferreira Bastos – PDT

Vera

Vera Maria Curi Spadella – PDT

Uribe pode. Lula, não!

20-08-2009 | Mídia

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A grande imprensa brasileira mostra a cara de pau que passou a ter nos últimos anos. Pelo menos é o que ficou claro na edição do “Estadão” de 20/08.

O centenário “jornalão” informou que o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, ficou mais próximo de buscar uma segunda (!) reeleição em 2010, pois o Senado colombiano aprovou na noite de 19/08 uma lei que permite a Uribe buscar o terceiro mandato.

O presidente foi eleito pela primeira vez em 2002 (Lula também) e, depois, reeleito em 2006 (Lula também), após uma mudança na Constituição que permitiu o segundo mandato. Segundo o “Estadão”, Uribe é um “herói” para muitas pessoas, pelo acordo assinado com os Estados Unidos para combater o tráfico de drogas e as Farc.

Uribe é o principal aliado do governo norte-americano na região, onde governos vizinhos, liderados pelo venezuelano Hugo Chávez, criticam regularmente as políticas norte-americanas e reforçam seus laços com Rússia, China e Irã.

Quando um deputado petista sugeriu o terceiro mandato para Lula (eu sou contrário, e Lula, publicamente, já disse que também é), essa mesma grande mídia afirmou em manchete que isso era golpe, e iniciou uma campanha contra a tentativa do infeliz deputado.

 A mesma coisa foi feita em relação a Hugo Chávez, presidente da Venezuela.

Quando FHC mudou a Constituição, em 1997, para poder se candidatar à reeleição, a mídia aplaudiu, assim como hoje faz com Álvaro Uribe.

O fato de Uribe e FHC serem amigos dos E.U.A. não serve de justificativa para esse tratamento desigual, até porque quem disse que Lula é o cara, foi o próprio Obama…..

Pesquisa Vox Populi

19-08-2009 | Política

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Esta pesquisa do Instituto Vox Populi explica o porque da sanha da grande mídia (Globo e Folha à frente) contra a Ministra Dilma.

Tire suas próprias conclusões.

Pesquisa Vox Populi - 31/07 a 04/08/2009

Essa é do Chapéu (Parte 3)

18-08-2009 | Do Chápeu, Política

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ETERNIDADE

O Presidente da Câmara Municipal exonerou do cargo em comissão um funcionário do estratégico setor de compras, o qual ocupava esse cargo há oito anos.

Contratar e demitir ocupantes de cargos em comissão é prerrogativa exclusiva de qualquer presidente de câmara, não havendo necessidade de consultar ninguém para isso. Foi o que o presidente fêz.

Pois não é que um vereador iniciou um abaixo-assinado, para coletar apoio de outros vereadores, pedindo a reintegração do funcionário no mesmo cargo?

Em todo o meu tempo de Câmara, nunca vi coisa igual.

Imagine se a moda pega!

Detalhe: o funcionário em questão já é aposentado pela Câmara há alguns anos, mesmo não tendo prestado concursom para o cargo. A lei permite.